#Netflix: A quarta cartada de Black Mirror

Tecnologias, relacionamentos, memória, jogos de realidade virtual, entre outros assuntos, a série Black Mirror vem “assustando” muita gente por sua roupagem mais realista sobre a revolução tecnológica que está por vir, ou seria exagero da minha parte achar que um dia, toda essas ideias da série poderiam se tornar reais?

O fato é que acabei de assistir o último episódio da quarta temporada de BM. Eu, como uma boa apreciadora de séries, não poderia deixar de ver as invenções mirabolantes que seriam lançadas nesta segunda ação da Netflix. Sinceramente, achei a primeira temporada mais impactante, um assunto novo que poderia abrir nossos olhos, pelo menos um pouquinho, sobre nossas ações diante de tanta inteligencia artificial e fez com que todo mundo ficasse paranoico diante da possibilidade de tudo conseguir nos dominar.

A quarta cartada veio um pouco fraca, focada na transmissão de sensações, memórias e de consciência. É como uma evolução das primeiras temporadas, onde a convivência em sociedade já saturou e a todo mundo quer algo a mais. Ressuscitar mortos ou pacientes em coma , por exemplo. Dar as pessoas mais do que uma simples morte, e sim, viver novamente, mesmo que seja pelo olhar e gestos de outras pessoas.

Gostei realmente do último episódio, um museu de todas as invenções criadas em Black Mirror, O Black Museu. Lá, todos os objetos criados e usados tecnologicamente por “nós” está exibido como peças de crimes, todos eles com suas histórias tristes e exemplifica como o ser humano sucumbe fácil as tais inovações. O proprietário do museu, que era um recrutador de pessoas aptas a usar objetos inteligentes, conta a história de três vitimas, que por utilizarem dessa inteligência para alterar suas consciências, caíram em desgraça.

Declaro minha paixão por BM, uma série inteligente, que toca direto na ferida e nos faz realmente pensar no além da fantasia, nos valores e na nossa vida diante de tantas mudanças.  Não é atoa que a própria Netflix divulgou um vídeo onde relaciona fatos reais com trechos retirados da sua própria obra de ficção.

Ficção?

 

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