#Creepystorie: when angels deserve to Die

Três da manhã, Nina acorda sem sua boneca. Os sinos da igrejinha perto dali
tocam sem parar, e os ponteiros do seu relógio na mesa de canto estão girando como loucos.
A tempestade a assusta, ela cobre seu rosto com seu cobertor de estimação. “Mas onde estaria Molli uma hora dessas? Em baixo da cama, será?”- pensou Nina com os olhos encharcados de lágrimas. A garotinha tinha apenas cinco anos, levantando de sua cama em uma noite fria, com seus pézinhos gelados, ela começou a caminhar. E nada da sua querida boneca favorita aparecer.
Um raio forte, seu coração pulava rapidamente. Uma luzinha brilha pela fresta da porta do seu quarto, enquanto uma voz doce sussurrava por Nina.
Nina abre sua enorme porta branca, uma luz rosa chá enche seus olhinhos azuis. No fundo do corredor está sua Molli andando sozinha como se tivesse ganhado vida.
A garota coçou seus olhos, ainda marejados de lágrimas e sono, mas ela ainda estava lá, paradinha, com um sorriso e a chamando para mais perto. Nina foi chegando perto, até que ficou frente à frente com sua amiga.
A garotinha reparou em uma enorme sombra atrás de sua Molli, uma sombra escura, parecendo um anjo daqueles que ela observava nos desenhos pintados na igreja. Mas seus asas, pobre anjo, estavam quebradas. Um grito ecoou pela vizinhança!

“O que foi Nina, você não quer brincar agora?

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