#Entrevista: Jornalista Investigativa dos OVNIs

Leslie Kean respondeu uma solicitação de entrevista minha. Na hora eu simplesmente perdi o ar ao ler seu e-mail. Eu não podia acreditar que teria uma jornalista investigativa americana como uma das fontes para o meu livro. Ela me respondeu de forma carinhosa e prestativa, o que deixou ainda mais em êxtase. Kean publicou sua primeira matéria para o Boston Globe sobre o fenômeno OVNI. Enfrentou o deboche dos colegas de trabalho que não acreditavam em nada daquilo. Mas como a descrença sendo que ela havia entrevistado figurões da Força Aérea Americana? Um detalhe importantíssimo, Leslie Kean tem um livro como Bestseller no New York Times

O trecho do meu livro que lhes apresento agora foi escrito em meados de agosto de 2017. Kean, além de ser uma ótima profissional, autora de livros, jornalista com uma vasta carreira, ainda traz doçura e um toque de firmeza em suas palavras. Minha entrevista com ela foi claramente voltada para o jornalismo, pois o meu trabalho também abordou a área. Mas o fato é que sou imensamente grata a Leslie Kean, e um dia acredito, meu livro chegará em suas mãos.

“Leslie Kean, jornalista investigativa americana, concedeu-me uma entrevista por e-mail sobre seu trabalho em relação à ufologia. Suas reportagens foram publicados no jornal The Boston Globe e para a rádio californiana KPFA. Dois livros também foram produzidos por ela: “UFOs: generals, pilots, and government officials go on the record” (2010) e o “Surviving Death: a journalist investigates evidence for an afterlife, que foi lançado neste ano. Hoje Leslie se dedica ao tema, tendo publicado várias matérias em jornais sobre o fenômeno OVNI.

Em entrevista a esta autora, Leslie disse que não há diferença entre as técnicas jornalísticas de investigação com a ufológica. Ela aplica os mesmos padrões para cobrir pautas sobre o fenômeno UFO que faria para qualquer outro assunto. Ela desenvolveu várias pautas antes de trabalhar com esse tema, então sua abordagem como jornalista é do mesmo padrão, não importa o que ela esteja cobrindo.  A jornalista americana destaca que a única diferença sobre pautas produzidas sobre OVNIs é a de que estas são consideradas um tabu. Ela adapta o fato, padronizando-o para uma abordagem jornalística ainda mais técnica do que faria para uma pauta dita “normal”. A única diferença que a autora vê é sobre a estranheza do tema, mas não o método de investigação.”.

 

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