#AlôMarciano: Questões de credibilidade

Desde 2008 os ufólogos vêm encontrando sinais de vida alienígena com maior frequência em solo brasileiro, literalmente. Os Agroglifos, nome dado aos conhecidos círculos em plantações, ocorreu pela primeira vez em novembro de 2008 em Ipuaçu, Santa Catarina, e não parou mais.
Em 2015 houve dois registros de agroglifos. Em Prudentópolis, no Paraná, e também na cidade de Ipuaçu. O último, reportado pelo ufólogo Ademar Gevaerd em todas as suas redes sociais e atualizando o público sobre informações, aconteceu novamente na cidade de Ipuaçu, em 27 de novembro de 2016. A figura possuía dois círculos, com um tipo de desenho de pétalas de flor.
Gevaerd diz em sua palestra no VII Fórum Mundial de Ufologia, em 2016, que não confirma um agroglifo como legítimo só porque não houve motivação ou um indivíduo que o fez. Em 2013, quando os sinais continuaram a aparecer, a pesquisa feita por ele teve a participação de um perito criminal especialista em reconstituição de cenários de crime, Toni Inajar Kurowski, com 30 anos de experiência.

A equipe aumentou. Mais três profissionais analisaram os círculos; um especialista em eletrônica e comunicação digital, que analisou a radioatividade do local; um engenheiro agrônomo para pesquisar o solo e a plantação de trigo e por fim, um físico, que colheu e analisou amostras de solo.
A credibilidade dos fatos afirma-se com a presença e pesquisa de especialista em cada área na qual o caso se encontra. Os processos de investigação se tornam mais completos, assim como laudos técnicos e que comprovam a veracidade das informações.

Além disso, a ufologia, como qualquer outro campo da ciência, possui um código de ética. Criada em outubro de 1994, em São Paulo, pelo pioneiro da ufologia brasileira Arismaris Baraldi Dias, o documento “Código de ética dos ufólogos” possui vários artigos e sessões onde são impostas aos profissionais condutas a seguir, de forma que preserve a autenticidade de pesquisas e transparência da profissão, e está disponível para consulta no site da Revista UFO. No Capítulo III, que diz respeito as proibições, o artigo 6 faz menção a um tópico importante, é proibido “Deturpar, intencionalmente, a interpretação do conteúdo explícito ou implícito em documentos, obras de cunho ufológico e outros, com o intuito de iludir a boa fé de outrem;” (DIAS, Arquivo UFO, 2009).
Em seu livro Arquivo UFO – Alerta Brasil, o ufólogo e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Paulista UNIP Omar Bueno, retrata vários casos de aparições de OVNIs de 1954 à 1979 em várias cidades do Brasil. A maioria dos casos possui análises e pesquisas para testar a veracidade da situação, como exames de laboratórios e profissionais especialistas. Ele diz que “Investigações registraram mais de cem aparições de ocupantes de OVNIs apenas no ano de 1954 e de lá para cá, as narrativas fora se tornando cada vez mais frequentes. ” (BUENO, 1980, página 7).

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s