#AlôMarciano: Contatos imediatos

Olá pessoas,
trago hoje mais um relato sobre ufologia. Hoje é o depoimento da Carla Reis.
Acompanhem!!

“Eu era céptica até ter uma experiência. Eu acredito nos Greys, que são seres bons. Aliás tive dois contatos, que depois de 24h da ocorrência, meu corpo doeu todo. Aconteceu das duas vezes. Da primeira vez tiraram liquido da minha medula espinhal e por 3 dias minha coluna doeu. Na hora que fizeram me senti muito bem. Os seres disseram que queriam as enzimas do cérebro, dopamina e seratonina. O mais engraçado é que sempre fui ARH+. Tive um acidente e precisei de transfusão de sangue. Meu corpo recusou sangue A+. Só sobrevivi quando deram sangue negativo.

O segundo contato, os seres disseram algo sobre amígdalas cerebral e óvulos. Eu morava no campo, estava conversando na rua com vizinhos e uma luz forte bateu em nós. Pensamos que fosse um helicóptero, então corremos para dentro de casa. Eu fiquei sem me mexer, a luz enviou fleshes e foi embora. Meus vizinhos então voltaram e disseram que foi um OVNI. Fiquei bem, porém no dia seguinte os meus rins doiam, tive mal estar e não conseguia fazer xixi. Algo estranho. Os Greys são parecidos conosco, mas baixinhos, cm 1,80 no máximo. Eu tinha pavor deles, comprei até uma organita pois disseram que eles não entravam em contato mais. Te seguem por toda sua vida, e sua família também. O toque da pele deles é igual a nossa, as mãos também, sem o último dedo.

Eles falaram que estão recolhendo sementes do universo, pois os planetas têm a existência finita, e que podem dar vida a um planeta inabitável mas leva em torno de 10 anos para que se desenvolva um planeta habitável, e depois mais um tempo para estruturar, criar condições de vida. Primeiro precisam esterilizar o planeta para que não haja mutação genética ou ver se há seres compatíveis para que não morram no processo e sejam adaptáveis.

Aprendi com eles a não ser preconceituosa. Somos todos a mesma semente do universo. Eles deram o exemplo dos passarinhos que são todos parecidos e com cantos diferentes, cores diferentes. E o que nós chamamos de mutações não se chama assim, é apenas denominado como estado evolutivo e o próprio universo faz isso. De tempos em tempos a chamada renovação de espécie. Tudo o que é finito tem o seu ciclo de existência. Eu era muito impulsiva e depois comecei a observar mais, tentar entender as coisas e pessoas. Acho que tive uma mudança comportamental depois de tudo isso.” 

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