#AlôMarciano: Ufologia no Mundo

Há muito tempo ouvimos sobre vida fora do nosso planeta. Todos os lugares do mundo possuem uma história sobre quedas de Objetos Voadores Não Identificados, os famosos UFOS, luzes que se movimentam em alta velocidade pelo céu e pessoas que tiveram contato direto com criaturas não humanas.
A história da mídia com os extraterrestres começa bem cedo e é impossível não citar um dos episódios mais dramáticos envolvendo essas duas vertentes. Orson Welles escreveu o livro “Guerra dos Mundos” em 1898, que mais tarde seria dramatizado e adaptado como um noticiário para os ouvintes do programa Mercury Theater. A transmissão do dia 30 de outubro de 1938 aterrorizou os Estados Unidos pois narrava uma invasão alienígena e o público interpretou todas as informações como verdadeiras, instalando o pânico na cidade de Grover’s Mill. No começo da transmissão, o narrador até fala sobre a adaptação de Welles para a rádio, mas alguns não acompanharam essa parte da história.

No formato de um noticiário real, a transmissão interrompia a programação habitual para informar sobre os ataques de naves intergalácticas. Com uma descrição sem igual dos acontecimentos e entrevistas com autoridades, o repórter descrevia os monstros como se fossem reais, tudo dramatizado perfeitamente. O resultado foi o público entrando em pânico, fazendo ligações para a polícia e formando grupos armados para lutar. No site Mundo Estranho, o artigo “Como foi a transmissão de rádio inspirada em ”Guerra dos Mundos”?”, escrito por Victor Affonso em 2017, traz o áudio da interpretação de Welles. No trecho da transmissão, podemos entender o grau de dramatização dos atores com os dizeres: “Algo está acontecendo. O que é aquilo? Chamas pulam do espelho em direção aos soldados. Atingiram-nos de frente! Meu deus, eles pegaram fogo! O fogo pula para as árvores, para os tanques dos automóveis.”.

Tudo não passava de um programa de rádio, disseram aos ouvintes pouco tempo depois. Welles teve que dar explicações sobre o ocorrido, porém ganhou notoriedade e um contrato em Hollywood, o que ajudou a alavancar a sua obra “Cidadão Kane”. Boatos e interpretações errôneas levaram uma cidade inteira ao caos total e histórias como essa se repetiriam mais duas vezes em outras partes do mundo tempos depois.

A imprensa mundial também atuou no caso do piloto civil Kenneth Arnold, que avistou na cidade de Washington em 24 de junho de 1947 nove objetos voadores, que viajaram em alta velocidade. Uma história interessante para os jornais e uma fonte com reputação não questionável, Arnold deu várias entrevistas contando sobre o que viu. Em seu artigo para a Revista UFO, Thiago Ticchetti relata “O objeto que parecia comandar a esquadrilha estava numa elevação maior do que os demais. A princípio, (Kenneth) achou que fossem jatos, mas não via asas e sua velocidade era muito grande” (TICCHETTI, 2010). Começa então a grande descoberta e o termo Discos Voadores aparece pela primeira vez na mídia, popularizada pelo jornalista Bill Bequette, da United Press, que tomou nota de todas as informações que o piloto deu a imprensa.

Diante de todos os casos, existe um que ainda intriga milhares de pessoas ao redor do mundo. A cidade do Novo México, Roswell, ficou conhecida depois que destroços de uma suposta nave espacial desconhecida foram encontrados por militares depois de sua queda. O detalhe mais peculiar da história é que a base do 509º Esquadrão de Bombardeios da Força Aérea do Exército americano ficava próximo ao local da suposta queda UFO, o que torna tudo ainda mais suspeito para profissionais ufólogos.

Testemunhas afirmaram ter visto luzes no céu do dia 02 de julho de 1947, pouco tempo depois de Kenneth Arnold prestar seus depoimentos para a mídia. Poderia se tratar de mais um avistamento ou pessoas querendo os holofotes novamente, mas ouviu-se um estrondo em uma fazenda próxima a Roswell, que diferenciava de sons de trovões da tempestade de verão que ocorria no momento. Nos dias que se passaram, encontraram fragmentos de um metal desconhecido. Com isso, o comandante da base citada acima enviou uma nota à imprensa dizendo que os fragmentos eram de origem extraterrestre. A mídia entrou em ação. O jornal da cidade, Roswell Daily Record, divulgou na sua primeira página a seguinte manchete “RAAF Captures Flying Saucer on ranch in Roswell Region” (“RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell”, que desmentiu a notícia no dia seguinte afirmando que os destroços não eram de uma nave espacial de fato.

Testemunhas mudaram seus depoimentos dizendo que os destroços não passavam de partes de um balão meteorológico, que caiu na fazendo após a tempestade. Segundo o ufólogo brasileiro Marco Antonio Petit, que em seu livro “Varginha –Toda verdade revelada” (2015, página 37) cita que a rádio local em Roswell KGFL divulgou a história desmentida e recebeu ordens para suspender qualquer tipo de cobertura do caso com a represália de ter a licença da rádio caçada se não atendessem as exigências. Outras ameaças à imprensa foram feitas até que por anos mais nada ouviu-se falar sobre Roswell.

Filmes, livros, documentários. O conteúdo sobre ufologia hoje é um campo vasto, onde todos podem encontrar materiais para estudo aprofundados ou somente por curiosidade de descobrir novos assuntos. A ufologia ainda é tratada com preconceitos e em pleno século XXI é inevitável as piadas quando se entra nesse assunto, justamente pela falta de credibilidade. Para piorar a situação, casos ilusórios entopem a internet, causando o descrédito e atrapalhando a pesquisa de milhares de profissionais sérios.

Já os cientistas não se arriscam nesse campo. Eles evitam os estudos ufológicos para não prejudicar sua reputação diante da banca científica. Claro que existem alguns que acreditam em silêncio ou estudam paralelamente o assunto, mas sempre com receio. A maioria dos profissionais consideram a ufologia ainda uma pseudociência, relutando em dar o devido crédito por falta de métodos científicos. Provas, pesquisas, uma equipe que avalia casos, ainda não são suficientes para ter confiabilidade na área.

O cientista renomado Josef Allen Hynek (1910-1984) foi um dos únicos a se envolver com pesquisas do fenômeno UFO. Hynek começou sua jornada pela ufologia cético, porém depois de avaliar milhares de depoimentos de pessoas instruídas como policiais, estudiosos, pilotos, entre outros, ele decidiu mergulhar na ufologia como profissão e utilizar dos métodos científicos para investigar os casos. Depois de tantas pesquisas, o cientista terminou sua vida acreditando que o fenômeno OVNI era algo mais psicológico do que vida alienígena. A revista Superinteressante em 2005 abordou o assunto, transcrevendo uma citação sobre o que Hynek disse sobre o assunto “Tenho apoiado cada vez menos a ideia de que os óvnis são espaçonaves de outros mundos. Há tantas coisas se opondo a essa teoria. Para mim, parece ridículo que superinteligências viajariam grandes distâncias para fazer coisas relativamente estúpidas, como parar carros, coletar amostras de solo e assustar pessoas” (HYNEK,1976).

Casos multiplicam-se a cada dia, mas infelizmente poucos chegam as mãos dos ufólogos, muitas vezes por medo de se tornarem chacotas ou virarem piada no círculo familiar ou amizade. O fenômeno UFO hoje pode ser comprovado por testemunhas, documentos como fotos, filmes, gravações, provas periciais e por profissionais que trabalham diretamente nas pesquisas, aumentando a credibilidade das pessoas que estão envolvidas. Para a área esses documentos são de extrema importância na busca de visibilidade da comunidade científica, um fator que impulsionaria e muito a ufologia atualmente.

#Cinema: Falando de zumbis

Hey Galera, preciso dividir isso com vocês.
Sou apaixonada por filmes e séries de zumbis e para a minha alegria, nesse mês tivemos o lançamento do longa coreano “Invasão Zumbi” (Train to Busan, 2016).

Dirigido por  Yeon San-ho e com vários atores coreanos que eu jamais vou conseguir pronunciar os nomes, o filme é um daqueles que te faz ficar apreensivo, ter calafrios na espinha e um certo nojinho.

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Basicamente o filme conta a história de um pai que está levando sua filha até a cidade de Busan para ver a mãe em seu aniversário. No meio do trajeto, os passageiros começam a receber informações sobre uma suposta epidemia que está se alastrando pelo país e matando muitas pessoas. Mas a surpresa  é que o trem já abriga infectados e a luta agora é pela sobrevivência até a cidade mais segura.

O que mais me chamou atenção no filme foram os zumbis! Os infectados transitam de Guerra Mundial Z a Samara do assustador O Chamado. Sim, os efeitos da mutação me lembraram muito os movimentos tanto da Samara quanto da Kayako do filme O Grito. O filme foi muito bem dirigido, a fotografia é incrível e o roteiro também. Simplesmente adorei.

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É muito assustador o jeito em que as pessoas se transformam em zumbis, bem rápido, o que torna a epidemia ainda mais mortal. Cinco estrelinhas pra ele ❤ ❤

 

#Series: Segura o forninho de Supermax!

Globo, sua linda, venha cá me dar um beijo!
Até que enfim vocês acertaram né, migos?!?!

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Gente, assisti uns 5 episódios da nova série da nossa mais ryca emissora Rede Globo, e olha, é de cai vários forninhos pelo Brasil afora!
No melhor estilo BBB, porém é numa floresta, mais precisamente na maior floresta do mundo vulgo Amazônia. Sem nenhuma mordomia, afinal 12 participantes ficam confinados em um presídio de segurança máxima. E o melhoooooooor….num ambiente cheio de coisas misteriosas acontecendo. Em resumo, é um reality show de tortura.

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Cléo Pires é uma das detentas…digo participantes. A personagem dela é Sabrina, uma mocinha durona e chata, porém já roubou a cena da série toda, não precisa mais de ninguém, só dela aliás #TeamSabrina. HAHAHA

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Mentira, gostei também da Bruna, personagem da atriz linda Mariana Ximenes. Ela é uma garota que adora coisas relacionadas a morte, e é meio sociopata…e enfermeira :O

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Só digo uma coisa: ASSISTAM!
Nunca gostei de nada que a Globo produziu, mas dou o meu bracinho a torcer, porque pessoal, essa série tá demais!

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#Cinema: O fiasco de “Lights out”

Pelamor de Deus, quem deixou esse filme ir para o cinema?
Warner, vocês poderiam ter feito melhor!
James Wan, para migo…só para!

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Então, fui lá eu e meu namorado assistir o filme. Pra quem não sabe, Lights Out era um curta-metragem que inspirou o filme, ganhou o prêmio de melhor diretor do Festival Who’s There?, que convenhamos, assusta muito mais que qualquer filminho feito com uma puta produtora famosa.

Aí os bonitos foram lá e transformaram esse curta em longa-metragem. De quem foi essa ideia, gente? Pra começo de conversa, criam uma história onde uma família (mãe, filha e o irmão pequeno) possuem vários problemas e entre eles, a mãe sofre de transtornos psicológicos. E aí entra a Diana, a moça que assusta todo mundo. Okay, a história não foi de todo ruim, mas poderia ser muito melhor.

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O problema é que hoje parece que há uma preguiça em se criar em uma boa história de terror. Ao todo, foram mais ou menos 23 cenas de “jump scare” ( créditos ao namorado que contou tudo!), aquelas que dão sustinho. Um filme de terror sem susto não rola, mas um filme CHEIO disso dá um tédio. Até porque você já sabe o que vai acontecer né!

Veredicto: Péssimo! Melhor ter ido ver o filme do Pelé HAHAHAHA
Fiquem com o curta que é bem melhor 😉

Próximos filmes: Águas rasas, O Homem nas Trevas  e O Sono da Morte