#ArquivoUFO: Um Universo inteiro aos seus pés

Pessoas lindas, abri espaço no meu blog para que pessoas descrevam seus casos ufológicos, encontros, avistamentos. Sem julgamentos, um espaço para que possam dizer se já tiveram alguma experiência ufológica. Simplesmente isso. Toda semana trarei algo diferente e inusitado, algo que pode mexer com alguns, fazer outros acreditarem ou só lerem a cunho de curiosidade. Sintam-se a vontade!

Hoje trago, na íntegra, a experiência da Aline, 28 anos, moradora de Curitiba.

“Sempre fui muito curiosa sobre o tema ufologia. Este ano me aprofundei mais sobre o assunto até que uma noite eu tive um sonho incrível que pareceu ser real. 
No sonho, um ser se aproxima de mim em meu quarto, não consegui ver exatamente como era o ser, mas era parecido como humano e ele apontava muito para debaixo da minha cama. Quando eu fui ver, o espaço inteiro estava ali , debaixo da minha cama! Estrelas, planetas, uma imensidão linda e brilhante. Achei aquilo muito incrível e tive a sensação de não estar no meu quarto e sim no universo! Essa foi minha experiência.”

Se você também tiver um relato, envie para o e-mail: kamy.morais@gmail.com!

#AlôMarciano: Questões de credibilidade

Desde 2008 os ufólogos vêm encontrando sinais de vida alienígena com maior frequência em solo brasileiro, literalmente. Os Agroglifos, nome dado aos conhecidos círculos em plantações, ocorreu pela primeira vez em novembro de 2008 em Ipuaçu, Santa Catarina, e não parou mais.
Em 2015 houve dois registros de agroglifos. Em Prudentópolis, no Paraná, e também na cidade de Ipuaçu. O último, reportado pelo ufólogo Ademar Gevaerd em todas as suas redes sociais e atualizando o público sobre informações, aconteceu novamente na cidade de Ipuaçu, em 27 de novembro de 2016. A figura possuía dois círculos, com um tipo de desenho de pétalas de flor.
Gevaerd diz em sua palestra no VII Fórum Mundial de Ufologia, em 2016, que não confirma um agroglifo como legítimo só porque não houve motivação ou um indivíduo que o fez. Em 2013, quando os sinais continuaram a aparecer, a pesquisa feita por ele teve a participação de um perito criminal especialista em reconstituição de cenários de crime, Toni Inajar Kurowski, com 30 anos de experiência.

A equipe aumentou. Mais três profissionais analisaram os círculos; um especialista em eletrônica e comunicação digital, que analisou a radioatividade do local; um engenheiro agrônomo para pesquisar o solo e a plantação de trigo e por fim, um físico, que colheu e analisou amostras de solo.
A credibilidade dos fatos afirma-se com a presença e pesquisa de especialista em cada área na qual o caso se encontra. Os processos de investigação se tornam mais completos, assim como laudos técnicos e que comprovam a veracidade das informações.

Além disso, a ufologia, como qualquer outro campo da ciência, possui um código de ética. Criada em outubro de 1994, em São Paulo, pelo pioneiro da ufologia brasileira Arismaris Baraldi Dias, o documento “Código de ética dos ufólogos” possui vários artigos e sessões onde são impostas aos profissionais condutas a seguir, de forma que preserve a autenticidade de pesquisas e transparência da profissão, e está disponível para consulta no site da Revista UFO. No Capítulo III, que diz respeito as proibições, o artigo 6 faz menção a um tópico importante, é proibido “Deturpar, intencionalmente, a interpretação do conteúdo explícito ou implícito em documentos, obras de cunho ufológico e outros, com o intuito de iludir a boa fé de outrem;” (DIAS, Arquivo UFO, 2009).
Em seu livro Arquivo UFO – Alerta Brasil, o ufólogo e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Paulista UNIP Omar Bueno, retrata vários casos de aparições de OVNIs de 1954 à 1979 em várias cidades do Brasil. A maioria dos casos possui análises e pesquisas para testar a veracidade da situação, como exames de laboratórios e profissionais especialistas. Ele diz que “Investigações registraram mais de cem aparições de ocupantes de OVNIs apenas no ano de 1954 e de lá para cá, as narrativas fora se tornando cada vez mais frequentes. ” (BUENO, 1980, página 7).

#AlôMarciano: Ufologia no Mundo

Há muito tempo ouvimos sobre vida fora do nosso planeta. Todos os lugares do mundo possuem uma história sobre quedas de Objetos Voadores Não Identificados, os famosos UFOS, luzes que se movimentam em alta velocidade pelo céu e pessoas que tiveram contato direto com criaturas não humanas.
A história da mídia com os extraterrestres começa bem cedo e é impossível não citar um dos episódios mais dramáticos envolvendo essas duas vertentes. Orson Welles escreveu o livro “Guerra dos Mundos” em 1898, que mais tarde seria dramatizado e adaptado como um noticiário para os ouvintes do programa Mercury Theater. A transmissão do dia 30 de outubro de 1938 aterrorizou os Estados Unidos pois narrava uma invasão alienígena e o público interpretou todas as informações como verdadeiras, instalando o pânico na cidade de Grover’s Mill. No começo da transmissão, o narrador até fala sobre a adaptação de Welles para a rádio, mas alguns não acompanharam essa parte da história.

No formato de um noticiário real, a transmissão interrompia a programação habitual para informar sobre os ataques de naves intergalácticas. Com uma descrição sem igual dos acontecimentos e entrevistas com autoridades, o repórter descrevia os monstros como se fossem reais, tudo dramatizado perfeitamente. O resultado foi o público entrando em pânico, fazendo ligações para a polícia e formando grupos armados para lutar. No site Mundo Estranho, o artigo “Como foi a transmissão de rádio inspirada em ”Guerra dos Mundos”?”, escrito por Victor Affonso em 2017, traz o áudio da interpretação de Welles. No trecho da transmissão, podemos entender o grau de dramatização dos atores com os dizeres: “Algo está acontecendo. O que é aquilo? Chamas pulam do espelho em direção aos soldados. Atingiram-nos de frente! Meu deus, eles pegaram fogo! O fogo pula para as árvores, para os tanques dos automóveis.”.

Tudo não passava de um programa de rádio, disseram aos ouvintes pouco tempo depois. Welles teve que dar explicações sobre o ocorrido, porém ganhou notoriedade e um contrato em Hollywood, o que ajudou a alavancar a sua obra “Cidadão Kane”. Boatos e interpretações errôneas levaram uma cidade inteira ao caos total e histórias como essa se repetiriam mais duas vezes em outras partes do mundo tempos depois.

A imprensa mundial também atuou no caso do piloto civil Kenneth Arnold, que avistou na cidade de Washington em 24 de junho de 1947 nove objetos voadores, que viajaram em alta velocidade. Uma história interessante para os jornais e uma fonte com reputação não questionável, Arnold deu várias entrevistas contando sobre o que viu. Em seu artigo para a Revista UFO, Thiago Ticchetti relata “O objeto que parecia comandar a esquadrilha estava numa elevação maior do que os demais. A princípio, (Kenneth) achou que fossem jatos, mas não via asas e sua velocidade era muito grande” (TICCHETTI, 2010). Começa então a grande descoberta e o termo Discos Voadores aparece pela primeira vez na mídia, popularizada pelo jornalista Bill Bequette, da United Press, que tomou nota de todas as informações que o piloto deu a imprensa.

Diante de todos os casos, existe um que ainda intriga milhares de pessoas ao redor do mundo. A cidade do Novo México, Roswell, ficou conhecida depois que destroços de uma suposta nave espacial desconhecida foram encontrados por militares depois de sua queda. O detalhe mais peculiar da história é que a base do 509º Esquadrão de Bombardeios da Força Aérea do Exército americano ficava próximo ao local da suposta queda UFO, o que torna tudo ainda mais suspeito para profissionais ufólogos.

Testemunhas afirmaram ter visto luzes no céu do dia 02 de julho de 1947, pouco tempo depois de Kenneth Arnold prestar seus depoimentos para a mídia. Poderia se tratar de mais um avistamento ou pessoas querendo os holofotes novamente, mas ouviu-se um estrondo em uma fazenda próxima a Roswell, que diferenciava de sons de trovões da tempestade de verão que ocorria no momento. Nos dias que se passaram, encontraram fragmentos de um metal desconhecido. Com isso, o comandante da base citada acima enviou uma nota à imprensa dizendo que os fragmentos eram de origem extraterrestre. A mídia entrou em ação. O jornal da cidade, Roswell Daily Record, divulgou na sua primeira página a seguinte manchete “RAAF Captures Flying Saucer on ranch in Roswell Region” (“RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell”, que desmentiu a notícia no dia seguinte afirmando que os destroços não eram de uma nave espacial de fato.

Testemunhas mudaram seus depoimentos dizendo que os destroços não passavam de partes de um balão meteorológico, que caiu na fazendo após a tempestade. Segundo o ufólogo brasileiro Marco Antonio Petit, que em seu livro “Varginha –Toda verdade revelada” (2015, página 37) cita que a rádio local em Roswell KGFL divulgou a história desmentida e recebeu ordens para suspender qualquer tipo de cobertura do caso com a represália de ter a licença da rádio caçada se não atendessem as exigências. Outras ameaças à imprensa foram feitas até que por anos mais nada ouviu-se falar sobre Roswell.

Filmes, livros, documentários. O conteúdo sobre ufologia hoje é um campo vasto, onde todos podem encontrar materiais para estudo aprofundados ou somente por curiosidade de descobrir novos assuntos. A ufologia ainda é tratada com preconceitos e em pleno século XXI é inevitável as piadas quando se entra nesse assunto, justamente pela falta de credibilidade. Para piorar a situação, casos ilusórios entopem a internet, causando o descrédito e atrapalhando a pesquisa de milhares de profissionais sérios.

Já os cientistas não se arriscam nesse campo. Eles evitam os estudos ufológicos para não prejudicar sua reputação diante da banca científica. Claro que existem alguns que acreditam em silêncio ou estudam paralelamente o assunto, mas sempre com receio. A maioria dos profissionais consideram a ufologia ainda uma pseudociência, relutando em dar o devido crédito por falta de métodos científicos. Provas, pesquisas, uma equipe que avalia casos, ainda não são suficientes para ter confiabilidade na área.

O cientista renomado Josef Allen Hynek (1910-1984) foi um dos únicos a se envolver com pesquisas do fenômeno UFO. Hynek começou sua jornada pela ufologia cético, porém depois de avaliar milhares de depoimentos de pessoas instruídas como policiais, estudiosos, pilotos, entre outros, ele decidiu mergulhar na ufologia como profissão e utilizar dos métodos científicos para investigar os casos. Depois de tantas pesquisas, o cientista terminou sua vida acreditando que o fenômeno OVNI era algo mais psicológico do que vida alienígena. A revista Superinteressante em 2005 abordou o assunto, transcrevendo uma citação sobre o que Hynek disse sobre o assunto “Tenho apoiado cada vez menos a ideia de que os óvnis são espaçonaves de outros mundos. Há tantas coisas se opondo a essa teoria. Para mim, parece ridículo que superinteligências viajariam grandes distâncias para fazer coisas relativamente estúpidas, como parar carros, coletar amostras de solo e assustar pessoas” (HYNEK,1976).

Casos multiplicam-se a cada dia, mas infelizmente poucos chegam as mãos dos ufólogos, muitas vezes por medo de se tornarem chacotas ou virarem piada no círculo familiar ou amizade. O fenômeno UFO hoje pode ser comprovado por testemunhas, documentos como fotos, filmes, gravações, provas periciais e por profissionais que trabalham diretamente nas pesquisas, aumentando a credibilidade das pessoas que estão envolvidas. Para a área esses documentos são de extrema importância na busca de visibilidade da comunidade científica, um fator que impulsionaria e muito a ufologia atualmente.

#Aleatoriedades: Não lembra, lembra!

Acorda. Tenta levantar da cama e falha. Mais uma vez. Senta na beirinha. Respira fundo. Um pouco de café amargo para por tudo no lugar. Não adiantou. Olha no espelho. Tudo sem graça. Volta para a cama. Tenta não lembrar. Lembra. Não quero. Procura por uma mensagem no celular. Não tem. Joga de lado. Tenta se distrair. Música alta não tira a dor. Mas vamos lá. Só mais um dia, mulher. Revira os olhos. Nada de novo, voltamos para a estaca zero. Sem borboletas no estomago. Sem frio na barriga. Sem alegria matutina. Sem nada. Não pensa. Não digita. Quantos nãos eu já falei hoje. Chega. Come porcaria que alivia. Um, dois, três brigadeiros de uma vez.  É mentira, não alivia. Vai para uma festa, então. Bebe igual gente grande. I gotta stay high all the time. Ver tudo girar pelo menos faz esquecer. To keep you off my mind. A dor passou afinal. Vai demorar, mas vai esquecer.
Ninguém é de ferro.
E Ninguém é para sempre.

#aleatoriedades: Todos os espaços

“Não coloque sentimentos nos outros que você não possa suprir”. Ouvi essa frase enquanto assistia um vídeo. Aquilo me faz pensar durante alguns dias. Eu finalmente calei os meus sentimentos, decidi deixá-los sufocados como nunca fiz afim de preservar o resto de amor próprio que ainda me sobrava. Mas eu não queria.

As vezes não enxergamos coisas que estão na nossa frente, ou ao que parece, preferimos apenas não ver. Dói menos, machuca menos e é melhor deixar de lado. Eu fui contra tudo o que eu acreditava, tudo que eu queria, mas isso não parece estar preenchendo esses espaços todos. Tentar esquecer não faz com que eu sinta menos falta.

E eu me pergunto até quando vamos fazer algo totalmente ao contrário do que sentimos. Até quando vamos parar de viver coisas que nos fazem bem.  Até quando tentar disfarçar, calar ou esquecer coisas que se sente?

#Entrevista: Produção de livros e Caso Varginha por Marco Petit

Marco Petit é incrível. Escrevendo, palestrando, analisando casos, falando sobre eles. Infelizmente não consegui entrevistá-lo pessoalmente nos Congressos pois queria prestar atenção nas inúmeras palestras, cada uma sobre um assunto diferente. Enviei as perguntas para o meu trabalho, focando na produção de livros, no qual ele é muito bom. O primeiro livro sobre o caso Varginha que li foi “Varginha – Toda verdade revelada”, escrito por Petit.

Fiz uma resenha sobre este livro aqui no blog assim que terminei. Boquiaberta. Tudo sobre o caso estava ali, diante dos meus olhos e nas minhas mãos. Meu livro está, inclusive, todo grifado com as partes mais importantes e que entrariam para o teórico do meu projeto. Petit não sabe, mas ele me ajudou muito mais que só responder algumas questões sobre produção de livros. Ele foi um dos responsáveis por me abrir um mundo completamente fascinante.

Deixo-lhes a entrevista 😉

Como você identifica que um tema tem potencial para se tornar um livro?
MP- Ao longo de mais de quarenta anos envolvido com a ufologia e assuntos afins sempre tive prioridades em cada época dentro de minhas pesquisas, e naturalmente em cada período desses me dediquei a escrever obras relacionadas a este tipo de atenção maior a determinado assunto, ou temática.  Os livros as vezes abordavam outros aspectos de minhas pesquisas além do tema principal, mas é assim que sempre funcionou.

Você possuí acervo próprio? Como você organiza sua pesquisa antes de começar a produzir um livro?
MP- Como cada livro possui um tema, ou área distinta da ufologia, não existe uma resposta padrão para essa questão.  O primeiro livro cujo título é  “Os Discos Voadores e a Origem da Humanidade”, possui como exemplo além das informações recebidas por testemunhas diretas, que se envolveram com experiências de contato, toda uma série de dados de base paleontológica, antropológica e arqueológica, provenientes de obras específicas e que eram as mais atualizadas da época, para que eu pudesse testar as informações dos contatos, e ao mesmo tempo questionar a tese oficial estabelecida para nossas origens.

Já os livros sobre os sinais da atividade alienígena dentro do sistema solar, mas especificamente o sobre a Lua e o outro de Marte,  possuem como base as imagens da NASA, que estão sendo liberadas em inúmeros catálogos e sites, que muitos anos antes de começar a escrever essas obras, eu já investigava, como outros pesquisadores do exterior. Apesar da agência espacial não divulgar a verdade que algumas dessas fotos demonstram, a própria divulgação das images já é o sinal do início do processo de retirada do acobertamento.

O meu nono livro “Varginha – Toda verdade revelada”, jã é baseado em toda minha vivência como um dos principais investigadores do caso.  Ou seja, cada um deles possui uma história, e base, mas sempre relacionada às minhas próprias investigações.  Os livros são na verdade a forma que eu encontrei para divulgar tudo que acho importante que as pessoas precisam saber. O objetivo nunca foi buscar um tema para escrever uma obra, e sim um meio para a divulgação da realidade.

Qual o tempo estimado de produção dos seus livros?
MP- Cada livro possui também uma realidade diferente. “Marte – A Verdade Encoberta” levou anos para ser escrito, pois parte das investigações nas imagens da NASA ocorreram durante sua própria produção. O de Varginha foi escrito em 90 dias, pois todos os dados que seriam usados e as informações já estavam em meus arquivos, além de detalhes em minha própria memória.

Qual é a maior dificuldade em publicar livros no Brasil? Questão financeira? Falta de apoio?
MP- Para qualquer autor seja a área que for o primeiro livro é sempre o mais difícil, pois os editores não costumam investir ou apoiar em obras cujos autores são desconhecidos. Eu resolvi esse problema no início de uma forma diferente. Eu mesmo banquei a primeira edição financeiramente cuidando de toda a sua produção.  A partir do segunda até hoje não tive mais problemas.  Hoje possuo três editores que publicam qualquer livro que eu venha escrever. Mas em termos gerais não é fácil ter seus livros publicados, a não ser que existe uma certeza dos editores que ele será vendido com facilidade. Não posso ser usado como exemplo do que acontece normalmente. A questão do investimento financeiro necessário leva a falta normalmente de apoio.

Você acha que a área da Ufologia dificulta ter o apoio das editoras para a publicação?
MP- Não. Esse apoio ou não depende da visibilidade do autor, seja de que área for.  Os principais investigadores do país e do exterior, que frequentam a mídia com facilidade, não passam por esse problema.  O que vai valer sempre é a projeção e acesso ao público do autor, seja a área qual for.

E sobre a credibilidade, quais os seus métodos para checar informações?
MP- Como eu sou um dos poucos ufólogos do planeta a apresentar dedicação exclusiva à pesquisa e divulgação do fenômeno UFO, tive a oportunidade de estudar por meu próprio interesse áreas distintas não só da ufologia, como acadêmicas, que podem ser fundamentais dentro de determinados aspectos das pesquisas para uma avaliação criteriosa, dependendo do caso, ou área foco do trabalho. Como exemplos astronomia, paleontologia, etc. Dependendo das particularidades de cada caso o processo em busca de sua confirmação pode ser totalmente diferente. Não existe uma receita especial para isso. As vezes um caso ufológico que estudamos pode ser tratado quase como se fosse uma investigação policial, onde uma sequência de perguntas é usada para testar a credibilidade da testemunha por meio de suas reações. Mas para obter sucesso merecedor de crédito é necessário ter experiência na área.  Usamos regressões via hipinose com psicólogos, psiquiatras, dependendo da história, ou alguma forma de teste das informações recebidas em casos de contato mais direto. O processo é bem variado, e depende do caso. Em alguns existem fotos ou filmes que podem ser avaliados hoje com objetividade, para descartar qualquer possibilidade de fraude.

Qual é o melhor tratamento para com uma testemunha ufológica visto que a vítima já tem um trauma?
MP- Para começar essa ideia de vítima cada vez faz menos sentido conforme o tempo passa, pelo menos para a quase totalidade das experiências ufológicas.  O trauma que era comum no passado, por exemplo, nos casos dos abduzidos praticamente já desapareceu e não é percebido na maior parte dos casos estudados na realidade.  Ressalto que essa noção esta relacionada aos casos sérios, investigados realmente por especialistas e estudiosos da área. Não o quadro que você pode encontrar mediante a internet, YouTube, e a maioria dos sites, blogs, ufológicos, onde se repete a exaustão coisas que não possuem a menor credibilidade, e passam como se verdades fossem.

O que importa é trazer esclarecimento para as pessoas que estão de fato interagindo diretamente com o fenômeno. Elas próprias já percebem em sua expressiva maioria que fazem parte de um tipo de interação positiva, ligada a própria evolução da humanidade, e que nada esta acontecendo à revelia, por mais que isso não seja as vezes percebido em uma visão inicial, parcial.  Estou diretamente envolvido dentro de trabalhos e investigações que vislumbram essa realidade de uma forma definitiva. Os abduzidos do passado eram traumatizados, páreas dentro de nossa sociedade por falta de compreensão deles próprios sobre suas experiências, e das pessoas ao redor, que viam tudo como uma grande loucura.

Hoje o momento já é outro. Essas mesmas pessoas desenvolvem capacidades paranormais, mediúnicas, e uma visão do mundo e da vida mais profunda. São na verdade normalmente líderes em suas comunidades e grupos.  Ou seja, se o fenômeno tivesse base negativa estão os alienígenas estão trabalhando contra eles próprios, pois o resultado é sinal antes de tudo de um processo evolutivo para as pessoas que são alvo de sua atuação. É claro que existem pessoas ainda que pensam diferentes, mas estão vivendo no passado, e ignorando cada vez o que acontece com mais frequência. Algo ligado diretamente ao despertar da humanidade para seu verdadeiro lugar no Universo.

Com todos esses anos trabalhando com ufologia, você sente quando a testemunha está relatando algo verdadeiro ou não?
MP- Em alguns casos podem existir evidências objetivas, como os chamados implantes, marcas de pouso, fotos, filmes, que podem ser analisados e servir de base.  Em outros onde o material para análise é mais escasso em termos materiais, uma pesquisa mais profunda no sentido das informações, que podem ter sido recebidas durante a experiência de contato são também um caminho. A própria análise do depoimento em sucessivos encontros dentro do espirito de uma investigação “policial” pode dar bons resultados. Isso para não falarmos, por exemplo, da necessidade de uma regressão mediante hipinose, não sõ para acessar parte das experiências, que podem estar bloqueadas no inconsciente das testemunhas, como para avaliar a credibilidade do que cada uma delas pode ter em sua memória preservada.

Qual a dica mais valiosa para quem quer publicar um livro sobre Ufologia?
MP- Antes de mais nada não pense em escrever um livro se ainda não possui motivos reais para isso.  O que desejo dizer é que as investigações, e os estudos de casos, ou áreas relacionadas a ufologia devem já estar fundamentados antes dessa pretensão.  Dentro dessa realidade, e a partir dela, buscar se integrar ao meio ufológico sério de nosso país, participando de eventos, apresentando seus trabalhos na forma de palestras, etc.  A publicação da obra acontecerá como consequência natural desse processo e do reconhecimento do trabalho.  Hoje já existem editores que possuem selos abertos para o assunto.

 

 

#Aleatoriedades: Desafio aceito com sucesso!

Eu sentei na beira da cama e chorei pela primeira vez depois de muito tempo sorrindo. Eu fui tão extrema como jamais teria sido antes. Decidi, depois de perceber meus olhos vermelhos no espelho, que era preciso endurecer. Promessas nunca foram suficientes, muito menos declarações. Então aquele coração precisava mudar, não teria jeito.

Não seja você, meu subconsciente gritou tão alto que podia-se ouvir a metros de distância. Era tão incrível, eu queria acreditar que seria tão incrível que cai de cara no chão. O resultado foi a ressaca moral no dia seguinte. Você tem que jogar, eu tenho que aceitar, e assim cada vez mais algo morre por dentro. Não seja você, eu entendi. Não seja você, não lhe fará bem. O que me faz bem? Me perguntei enquanto limpava as lagrimas.

Você escolhe os lados, eu escolho as armas. Aprendi a lição. Prometo ser a melhor jogadora na próxima rodada.

#Aleatoriedades: Quando você não se encaixa mais

Os dias estão passando rápido e eu tô sem tempo. É engraçado como nossa geração quer sempre se sentir produtivo, de um jeito ou de outro. E sabe quando você não se encaixa em mais nada ao seu redor?

Eu decidi que eu preciso focar em algo, e claro que esse “algo” não será nada fácil, mas primeiro de tudo você precisa de um objetivo, um sonho, um alvo. Eu sempre pensei em todas as pessoas e todas consequências antes de fazer tudo na minha vida. Infelizmente uma hora a gente cresce e se não for para fazer por nós mesmo, ninguém levantará um dedo para ajudar. Então eu decidi, há um bom tempo eu decidi que não quero mais me ver amarrada na minha terra natal, quero é explorar toda essa terra aí fora.

Então meu conselho é simplesmente olhar para dentro. Qual é o seu sonho? O que você quer ter na sua vida? Entenda que viver o agora é algo tão especial e incrível, e a única pessoa que pode te motivar e alcançar o supra sumo da sua vida é você mesmo. Acredite em tudo o que está dentro de você.

#YT: Tudo sobre meu primeiro livro

Olá pessu, tudo bom?
Vídeo saindo e sobre o que é? Claro, sobre o meu primeiro livro publicado!
Contei sobre como foi o desenvolvimento da meu produto de TCC, sobre os capítulos, os congressos de ufologia. Enfim, tudo o que precisei fazer para escrever o livro!

Espero que gostem
Não se esqueçam de curtir, se tiver alguma dúvida pode deixar nos comentário e se inscrevam! ❤

#Getinspired: Fotos para se inspirar

Vocês são apaixonados por fotos de editorial assim como eu? Se me deixarem eu fico o dia inteiro salvando fotos lindas que encontro por aí. E minha ferramenta de busca todos nós conhecemos, o incrível Pinterest!

Selecionei algumas inspirações, fotos bonitas para mostrar para vocês. Chama uma amiga e vai em algum legal para fazer algumas fotos, passear. Tenho certeza que além de se divertir, vai fazer fotos lindas 😉

DICA: aproveita e baixa o Adobe Lightroom para editar as imagens. Na internet você encontra vários filtros bacanas para edição!