#CaideBoca: Jamie’s Italian Campinas

Começo esta resenha com o desejo de voltar o mais rápido possível para o Jamie’s Italian, no Parque Dom Pedro Shopping. Um dos restaurantes mais charmosos, em um ambiente agradável, funcionários exemplares e a comida…ah, a comida!

 

1Comecei o meu pequeno banquete com uma entrada de Nachos Italianos de queijo com molho de tomate e pimenta. A apresentação da entrada super delicada e divertida, junto a um gostinho da Itália que eu nunca tinha experimentado. O que eu mais posso dizer, nota 10!

 

 

 

2
Já o prato principal + acompanhamento fui de  Spaghetti Alla Norma + Rump Steak. O spaghetti estava ótimo, com um molho mais cítrico e extremamente saboroso. A carne estava no ponto exato, trazendo uma suculência sem igual e maravilhosa. O Chef realmente sabe como montar um bom cardápio, pois a combinação  entre o spaguetti e o Steak estava simplesmente divina.

 

3A sobremesa não poderia ser menos maravilhosa, não é? O escolhido foi Abacaxi & Frozen Yoghurt, que me deixaram com uma saudade do verão pois o gostinho cítrico e refrescante se tornaram o mais predominante da sobremesa. Em cima, para ficar crocante, uma massinha que combinou perfeitamente com todo o resto.

 

 

 

5E claro, para companhar toda essa onda de pratos típicos Italianos, um bom vindo para brindar refeições incríveis que são servidas no Jamie’s Italian de Campinas. Parabéns a todos os envolvidos nesta maravilha de restaurante.

Jamie’s Italian
Parque D. Pedro Shopping
Avenida Guilherme Campos, 500 – Avenida Guilherme Campos – Parque das Flores,
Campinas – SP

#AlôMarciano: Questões de credibilidade

Desde 2008 os ufólogos vêm encontrando sinais de vida alienígena com maior frequência em solo brasileiro, literalmente. Os Agroglifos, nome dado aos conhecidos círculos em plantações, ocorreu pela primeira vez em novembro de 2008 em Ipuaçu, Santa Catarina, e não parou mais.
Em 2015 houve dois registros de agroglifos. Em Prudentópolis, no Paraná, e também na cidade de Ipuaçu. O último, reportado pelo ufólogo Ademar Gevaerd em todas as suas redes sociais e atualizando o público sobre informações, aconteceu novamente na cidade de Ipuaçu, em 27 de novembro de 2016. A figura possuía dois círculos, com um tipo de desenho de pétalas de flor.
Gevaerd diz em sua palestra no VII Fórum Mundial de Ufologia, em 2016, que não confirma um agroglifo como legítimo só porque não houve motivação ou um indivíduo que o fez. Em 2013, quando os sinais continuaram a aparecer, a pesquisa feita por ele teve a participação de um perito criminal especialista em reconstituição de cenários de crime, Toni Inajar Kurowski, com 30 anos de experiência.

A equipe aumentou. Mais três profissionais analisaram os círculos; um especialista em eletrônica e comunicação digital, que analisou a radioatividade do local; um engenheiro agrônomo para pesquisar o solo e a plantação de trigo e por fim, um físico, que colheu e analisou amostras de solo.
A credibilidade dos fatos afirma-se com a presença e pesquisa de especialista em cada área na qual o caso se encontra. Os processos de investigação se tornam mais completos, assim como laudos técnicos e que comprovam a veracidade das informações.

Além disso, a ufologia, como qualquer outro campo da ciência, possui um código de ética. Criada em outubro de 1994, em São Paulo, pelo pioneiro da ufologia brasileira Arismaris Baraldi Dias, o documento “Código de ética dos ufólogos” possui vários artigos e sessões onde são impostas aos profissionais condutas a seguir, de forma que preserve a autenticidade de pesquisas e transparência da profissão, e está disponível para consulta no site da Revista UFO. No Capítulo III, que diz respeito as proibições, o artigo 6 faz menção a um tópico importante, é proibido “Deturpar, intencionalmente, a interpretação do conteúdo explícito ou implícito em documentos, obras de cunho ufológico e outros, com o intuito de iludir a boa fé de outrem;” (DIAS, Arquivo UFO, 2009).
Em seu livro Arquivo UFO – Alerta Brasil, o ufólogo e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Paulista UNIP Omar Bueno, retrata vários casos de aparições de OVNIs de 1954 à 1979 em várias cidades do Brasil. A maioria dos casos possui análises e pesquisas para testar a veracidade da situação, como exames de laboratórios e profissionais especialistas. Ele diz que “Investigações registraram mais de cem aparições de ocupantes de OVNIs apenas no ano de 1954 e de lá para cá, as narrativas fora se tornando cada vez mais frequentes. ” (BUENO, 1980, página 7).

#AlôMarciano: OVNIs pousando no jornalismo

O jornalismo incorporado na ufologia ganha espaço, mais que isso, ganha credibilidade

Começo esta reportagem com uma frase que li no livro “UFOS: Militares, Pilotos e o Governo abrem o jogo” da autora e jornalista investigativa Leslie Kean, que escreve “Era como se todo mundo estivesse fingindo que eles não existiam”, se referindo aos objetos voadores não identificados. O jornalismo sempre abordou histórias sobre aparições estranhas de cunho ufológico, mas o que também sabemos é que esta abordagem, em sua maioria, era repleta do famoso sensacionalismo.
Vemos uma mídia que trata a ufologia com desprezo. Os veículos de comunicação podem até noticiar, mas sempre com um plano de fundo baseado na ridicularização do assunto. Leslie também falou sobre o preconceito da mídia em geral, dizendo que gostaria que não houvesse aquela piscadinha e aceno com a cabeça na televisão ou jornal, como se quisessem deixar o leitor entender que o material é bobo, mas que eles estão cobrindo de qualquer maneira. Além disso, segundo a jornalista, pessoas da “comunidade OVNI” e teoricos da conspiração fazer afirmações que não podem ser substanciais, então isso só dá mais material ao ridículo para a mídia, e não ajuda a ganhar uma cobertura séria sobre o tema. “O maior problema nos EUA é a falta de cobertura de todos os meios de comunicação maiores, mais ”mainstream”. Eles simplesmente não abordam esse tópico, raramente produzem algo. Mas também, há uma atitude cultural de longa data que os OVNIs são uma piada que infundiu o pensamento das pessoas, e isso existe há décadas e é difícil de superar. Isso criou preconceitos, e o fato de que o governo não leva isso a sério e não investiga casos, pelo menos nos EUA.”

Porém, Roger Marsh afirma que este preconceito está mudando de 10 anos para cá: “Há um mesmo preconceito aqui nos EUA, mas muitas informações sobre OVNIs estão disponíveis agora nos principais meios de comunicação, mais do que nunca. O fator “ridículo” diminuiu nos últimos 10 anos e, atualmente, uma porcentagem maior da população se sente melhor em relação a relatos de casos de OVNIs e sua discussão.”

Então por que não produzir um conteúdo que seja uma divulgação dos fatos produzido pelos ufólogos? Afinal, como muitos ufólogos relataram em suas entrevistas a mim, as técnicas de investigação tanto jornalísticas como ufológicas quase se confundem, mantendo o mesmo roteiro de trabalho.
O primeiro passo dos ufólogos é investigar um caso. O investigador e ufólogo Marco Aurélio Leal contou sobre suas pesquisas e como são os métodos de investigação que os ufólogos, e ele mesmo, usa em seu trabalho de campo. Geralmente eles vão até o local do suposto pouso de um OVNI ou agroglifo – desenhos nas plantações – e fazem a análise do solo, tiram fotos, medem o tamanho do terreno e da área atingida, e anotam todos os detalhes, inclusive fazem uma entrevista com as testemunhas do fato, como em um processo jornalístico, onde o ponto essencial é a checagem das informações obtidas. No caso de fotos ou vídeos, o ufólogo diz que por incrível que pareça, de 100% das fotos enviadas, apenas 5% que realmente são interessantes para investigação. Os outros 95% é engano ou fraude. Infelizmente, com a chegada da tecnologia, o que está atrapalhando as pesquisas desses profissionais são os Drones, no qual pessoal tiram fotos ou vídeos e acabam se enganando achando que é algo de outro planeta. Então, a cada caso que aparece, o cuidado ao dizer sobre do que aquilo se trata é mais complexo.

Três critérios são essenciais para uma boa exposição dos fatos, seja no âmbito do jornalismo ou da ufologia; são elas a investigação, a apuração de informações e a credibilidade. As técnicas jornalísticas de investigação de uma matéria consistem em checar os fatos do caso, entrevistar fontes, confirmar várias vezes dados de informação que culmina em uma matéria, ou se for o caso, um livro mais aprofundado. Na ufologia o mesmo acontece, você precisa confirmar as informações várias vezes para construir uma pesquisa séria e com propriedades.

Roger Marsh, editor que está à frente do jornal do centro de investigações ufológicas americano MUFON, em entrevista, respondeu alguns tópicos sobre seu trabalho comandando a publicação. Marsh afirmou que o mesmo processo de investigação no jornalismo é usado para uma investigação UFO. O editor diz que eles prezam pelo testemunho direto de quem viu objetos voadores, por exemplo, e daqueles que estavam investigando diretamente o caso também.

Já para o editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd, que trabalha há mais de 35 anos com jornalismo e investigações ufológicas, as funções das duas profissões são bastante semelhantes. Ele diz que quando publicaram um caso pesquisado por um cidadão que é advogado e pesquisador, sendo um material muito interessante sobre OVNIs no interior da Bahia, ele realizou entrevistas ótimas com as testemunhas e esse material é reproduzido fielmente ao relato das testemunhas. Não há uma edição profunda das entrevistas, elas são publicadas como foram feitas, isso, na opinião do editor, enriquecem a publicação.

A apuração, que como a investigação, também é um dos pontos mais decisivos para uma boa matéria, é feita a partir de conversas com testemunhas dos fenômenos, que geralmente são pessoas simples, que podem ser chave para informações muito importantes de um caso.

A autora Leslie Kean me contou em entrevista, sobre suas fontes de informação, que não necessariamente são só pessoas que trabalharam para o governo, como pilotos ou militares. Normalmente, diz a jornalista, são indivíduos que se aposentaram de um trabalho militar e que se sentem livres para falar sobre o que viram sem prejudicar suas carreiras. Outra fonte de informação da investigadora são os documentos governamentais, pois possuem uma variedade de agências, incluindo as forças armadas. Pilotos comerciais também integram o grupo de fontes mais confiáveis.

Já o site OVNI HOJE, que conheci através do ufólogo Thiago Ticchetti, trabalha com divulgação de informações internacionais para os brasileiros. Luiz Neme, criador e gerenciador o site traduz todas as matérias, para que essas informações cheguem até o Brasil de forma mais rápida. Ele busca informações nos sites da NASA, AstroWatch.com, GalaxyDaily.com, Disclose.tv, MysteriousUniverse.org. Infelizmente, Neme não possui ferramentas para checar fontes de informação, porém deixa sua opinião sobre o caso em todas as matérias, pois debruçado em sua experiência, consegue distinguir quais conteúdos são duvidosos.

Outro site que conheci foi o Portal Fenomenum, gerenciado por Jackson Camargo desde 1999. Ele, assim como Luiz Neme, trabalha sem uma equipe, exercendo todas as funções de editor do site. Camargo me contou que não publica casos ufológicos recentes pois ainda estão em investigação, sendo assim, o conteúdo do site é produzido a partir de acontecimentos antigos, que já possui informações suficientes para o leitor.

O criador do site diz que sempre há essa preocupação com a credibilidade das matérias que divulga. Ao abordar um caso, ele procura fontes em livros, boletins especializados, jornais, revistas impressas, tanto da época dos fatos, quanto posteriores, gerados por quem pesquisou o ocorrido. Camargo organiza essas informações, comparo cada uma delas, se houver alguma distinção de informações, ele a elimina, buscando a informação mais precisa, buscando entrevistas, imagens e documentos que validem esta informação. De posse disso tudo, expõe todos os fatos, apresentando todas estas fontes ao leitor, de modo que outros pesquisadores possam reiniciar uma investigação, caso necessário. Para as fontes de informação do site, Camargo afirma que dá preferência a livros, boletins especializados e documentários, depois jornais e revistas. E por último, em caso de necessidade, em sites na que preservem a idoneidade de informação.

Em entrevista, Gevaerd, o pai da Revista UFO, diz que a conquista de ser uma das mais antigas sobre ufologia do Brasil se dá devido a sua persistência, a constância e a pureza do propósito. Além de me contar todos os processos evolutivos pelos quais a revista passou desde 1985, o criador da UFO contou sobre os métodos de checar informações e credibilidade.

Os textos chegam de várias procedências. Há aqueles que Gevaerd pede a autor para fazê-lo, que contenha um tema específicos ou mesmo entrevistar outras pessoas, que são os praticamente 20% do conteúdo da publicação. Os outros 80% são pesquisas e investigações que colaboradores enviam espontaneamente. A revista toda é editada em um padrão, com regras de formatação de linguagem, parágrafos semelhantes, correção ortográfica, quantidade de tamanho e palavras, título, organização de pesquisa, entre outros fatores. O intuito desta formatação é fazer com que o leitor se sinta em um mesmo ambiente de leitura, tanto online quanto impresso.

Já sobre a credibilidade das matérias, Gevaerd afirmou que primeiramente o ufólogo tem que ser alguém que demonstre que sabe sobre o que está falando, e não necessariamente precisa ser uma pessoa experiente. Alguns autores da “UFO” são pessoas simples. O editor conta que até um frentista de posto escreve para a revista, suas ideias são ótimas e ele escreve bem, não precisando de muitas edições em seu texto. Além de escrever para a revista, o frentista pesquisa as ocorrências de Minas Gerais, onde mora, faz seus relatórios comparando com algum outro caso parecido, envia para a revista e a publicação acontece.

Gevaerd espera que os autores tenham conhecimento sobre o assunto que estão falando e escrevendo, pois se confrontados por alguém a respeito da consistência do conteúdo, podem defender o que produziram, por exemplo, sobre a credibilidade da sua pesquisa. Como o editor faz um jornalismo diferente, todos os pontos devem ser apurados, pois é um jornalismo mais particular pelo fato da área não ter muito conhecimento integrado a sociedade. Procura-se, na Revista UFO, fazer um jornalismo mais tradicional, mas levando em consideração a “estranheza” do assunto.

 

 

 

#TCC: Uma etapa aprovada

Há, essa semana tô feliz!
Não disse nada aqui no blog, mas comecei a parte escrita do TCC, aquela que tem que se encaixar nas normas ABNT (quem inventou isso?!), objetivos, metodologia, e blablabla. Tirei nota máxima e fiquei mega feliz, isso me deu a certeza que estou no caminho certo. Olha como fazer o que você gosta é bem mais legal!

Tive muito mais contato com artigos universitários, li, reli, li de novo. Comprei umas 2 Revistas UFO, li e reli mais mil vezes. Aprendi linguagem de um livro-reportagem. Mandei e-mail para as fontes. Ufa!
Resultado de imagem para alien gif

Estou lendo o livro-reportagem da Ufóloga e Jornalista Paolla Arnoni, que fala justamente da relação Mídia vs Ufologia. Aliás, agradecimentos a essa pessoinha fofa que me enviou o livro ❤

Só sei que eu estou muito empolgada em fazer esse trabalho. Como disse, ainda não sei se minha relação com um livro-reportagem será de amor ou ódio, mas tenho certeza que será uma experiencia muito preciosa pra mim. Conseguir fazer um trabalho sobre o que você gosta é muito bom, é satisfatório.

Resultado de imagem para mars attacks gif

Tá chegandooooo, gente! Abaixo, uma Gif que me representa:
TCC/ EU
Resultado de imagem para alien gif

 

#aleatoriedades: O que é um sonho pra você?

É difícil selecionar algum sonho específico que a gente quer muito. Pra quem tem muitos objetivos, tudo é como um sonho que se você não batalhar muito, você não consegue. Andei pensando esses dias em minha profissão, nas coisas que eu ainda quero fazer, nos meus objetivos. Muitas portas estão se abrindo, e sabe, eu estou adorando.

Conhecer pessoas que eu sempre admirei sempre foi como um sonho pra mim. Quando fiquei pertinho do Tim Burton e eu não tive reação alguma. Poxa, é Tim Burton né?!?!
Quando conheci a adorável Evangeline Lilly, a eterna Kate Austen da série Lost, foi como se tudo voltasse lá trás, todos os momentos de tenção da série e em todas as lágrimas que o fim resultou.

Nesse final de semana eu conheci os garotos que fizeram a minha pré-adolescência. Continuam lindos, cantando muito bem, simpáticos e arrasando nos palcos. Eu continuo sabendo de cor todas as letras, cantando histericamente cada refrão  da cada uma das músicas, sentindo aquele friozinho na barriga no começo do show. Abracei, cantei, chorei e aproveitei ao máximo, como se eu tivesse doze anos de novo.

O meu conselho depois de tudo isso? Sonhe.
Não espere que os outros façam coisas por você, não espere compaixão, não espere compreensão, não espere nenhum tipo de apoio. Você só consegue fazer certas coisas por você mesma. Espere somente um pouquinho, tudo entra no seu eixo e você consegue. Quem diria que depois de tanto tempo eu iria conhecer o Br’oz, quem diria que eu chegaria pertinho do Tim Burton e Evangeline Lilly, mesmo com um inglês péssimo.

Quando você mantém um sonho, é como uma chama pequenininha que fica dentro de você. Quando você menos espera, esse fogo te incendeia por inteiro e você se sente como eu nesse exato momento. Eu estou realizada. ❤

 

#TCC: Socorro!

Pode pular a parte do TCC? Por favorzinho, nunca te pedi nada…

Bom, lá fui eu tentar mudar meu tema, já que pensei que sobre ufologia seria um pouco complicado. Pensei em fazer algo voltado para o mundo geek, focar principalmente nos eventos que estão vindo para o Brasil e no mercado. Adivinha: VETADO! hahahaha

Resultado de imagem para help

 

Voltei para a ideia inicial sobre a atuação da mídia nos casos de ufologia, e descobri que posso focar nos profissionais jornalistas que investigam os casos ufos e todo esse universo. Como escrever uma matéria sobre o assunto com principalmente credibilidade, o que hoje em dia é tão instável; onde investigar, como entrevistar as pessoas que avistaram algum objeto voador não identificado, distinguir fotos falsas de verdadeiras. Tem vários assuntos incrivelmente interessantes que eu posso explorar!

Resultado de imagem para idea

 

Por mais que eu ame documentários e é o que eu mais sei lidar, o meu produto escolhido será um livro reportagem, onde mais pra frente vou contar aqui como vou dividi-lo, quais assuntos eu vou abordar. Claro que nada me impede de gravar tudo e fazer um documentário pra colocar no Portal A Toca, aqui e na rede. Afinal, nada é demais quando se há conhecimento em jogo.

Já estou com vários contatos engatilhados e estou mega empolgada para conhecê-los pessoalmente, pois são profissionais competentíssimos e que eu sempre admirei.

Então, até a próxima pessoal!
beijos ❤

 

Resultado de imagem para ufo