#ÉCrush: Tom – fucking beautiful- Ellis

Eu tinha que fazer uma postagem sobre a minha série favorita atualmente, né minha gente? Para quem me acompanha nas redes sociais, estou eu apaixonada pela série Lúcifer. Moreno alto, bonito e sensual é pouco para cantarolar para esse Deus…digo Diabo. Tom Ellis  nasceu no País de Gales, por isso esse sotaque britânico pura sedução. Ele tem 39 aninhos e atualmente namora (choremos, humanas!).

Tom roubou nossos corações no papel do Anjo Caído Lucifer, consultor da polícia de Los Angeles e parceiro da linda Clhoe Decker, detetive da homicídios. Gente, vocês tem noção de quanto eu torço por um amorzinho entre esses dois? Não, não tem!

Agora, para embelezar ainda mais este post, vou por algumas fotinhas desse lindo! Não vou me prolongar nas palavras, não é isso que queremos ver 😉

 

 

#Aleatoriedades: So it goes…

Estamos de novo em cima de uma cama, quem diria. Me faz agir como alguém em busca de um sonho, me faz agir como uma obsessiva procurando por quem abraçar. Me faz questionar se talvez outro cara seria capaz de me ter como você.

Uma, duas, três vezes, quantas vezes mais eu preciso de apaixonar por você?
A cada sorriso que eu dou sozinha enquanto lavo a louça do café, a cada vez que eu olho para alguém e procuro algo seu para me entreter, a cada vez que encontro novos amores para tentar esquecer.

Eu era espontânea demais, sarcástica demais, esperta demais até achar alguém que era demais no mesmo nível. Cedo demais, tarde demais, entrelaço demais enquanto você ria do meu jeito. Eu guardo tudo sobre você entre uma e outra lembrança, como se fosse algo precioso mas não muito. Algo que eu gosto de recordar, mas não muito.

Coisas são tão iguais entre nós que dá até nojo. Você é orgulhoso para admitir que também é difícil ficar sem me ver tomando café a noite na sua varanda enquanto  reclamo dos meus variados defeitos ou falo sem parar como sempre faço. Pois é difícil ficar sem você me olhando como se eu fosse a última coisa que você precisaria para viver.

 

#Aleatoriedades: Diga a ele

Então diga a ele que eu não pude ficar, o meu mundo é tão vasto e que ele não vai me alcançar. Eu quero mais do que promessas quebradas de um vazio de mentiras.
Diga à ele para poupar papinhos furados, ir direto ao assunto, o meu destino nunca pertenceu a ninguém e eu cansei de recolher cada pedaço depois de se quebrar.

Então me desculpe se aquela história sobre amor não colou, é que eu sou prevenida demais para por meus pés onde só há tristeza, e convenhamos que o seu coração não é bom o bastante para dar a alguém. Acabou e a mascara caiu, todo mundo já sabe. Mais uma vez as memórias boas não foram suficientes para me fazer ficar.

Diga à ele que eu comecei me encantando pelos motivos certos, mas pelo cara errado. Diga que eu queria ter um sonho bom, mas para o tipo de sonho que ele proporciona, eu já estou acordada a séculos.

E por fim, diga à ele que o meu mundo é tão grande que eu consigo me perder dentro dele, que tenho rachaduras dentro de mim mas que vou sobreviver. Que  tudo que eu tenho dentro de mim é tão incrível e que todas as suas atitudes foram tão inúteis que nem um sorriso ele conseguirá tirar do meu rosto.

#CreepyStories: O Começo

Quando tinha meus 17/18 anos eu gostava de escrever histórias de terror. Mais especificamente, eu sonhava ou tinha pesadelos que eu sempre me lembrava e aproveitava para descrevê-los. Como a tecnologia de antigamente não era tão avançada, acabei perdendo, infelizmente, todos os meus textos. E como eu amava escrever. Hoje daria com certeza um livro de contos assombrados.

Ainda tenho alguns trechos que costumava postar nos meus antigos blogs, então vou aproveitar para postar algumas coisinhas para vocês. Quero muito voltar a escrever essas histórias, pois essa é aquela tal oportunidade que você não pode desperdiçar. E quando você é bom em algo, precisa aprimorá-lo e deixar que as pessoas vejam!

Um trechinho de “Condenados”:

“Seus pés estavam descalços, suas mãos estavam geladas como sempre. Era princípio de inverno, as árvores balançavam e entre elas uma pequena casa. Toda aquela floresta parecia enorme, Nathali escolheu aquele lugar para se esconder do mundo, mas mesmo lá, diante do nada, o mundo ainda a perseguia.
[…]
A garota tentou de muitas formas sair daquela casa, mas ao mesmo tempo pensava como sairia daquele lugar com tanta neve caindo do lado de fora. Daniel chegou mais perto, perto demais para conseguir se desvincilhar daqueles braços, ele era muito mais forte que ela. Em um breve momento, os dois se enfrentavam pelo chão, Nath conseguiu tirar a faca que estava nas mãos de Daniel, então aconteceu. Seus olhos estalados, boca aberta, sofria calado. Nathali sentiu algo escorrendo pelas suas mãos e não pode acreditar, a faca tinha entrado. Daniel não aguentou, morreu em minutos jorrando sangue para todos os cantos daquela pequena casa na floresta.

O lugar ainda estava infestado de sangue e os policiais procuravam a quem culpar. Eles mal sabiam eles que o culpado já estava longe demais. Mesmo sendo inocente e ter agido em legítima defesa, Nathali havia assassinado alguém.”

#Aleatoriedades: minha montanha-russa emocional

Sua voz continua martelando em minha cabeça de novo, juntamente com aquele cheiro de cigarro vagabundo que você costumava fumar.
Algo me dizia que não ia durar ou você iria embora, ou eu sairia sem me despedir.
E quando você pensa que passou anos e mais milhares de anos, só se passaram duas horas e você se vê ali em uma estrada, Harley empoeirada e as mesmas lagrimas de milhares de anos atrás.

E você adorava quando ela dormia com os pés entrelaçados nos seus, mais detestava seu perfume doce. Você amava o jeito que ela se maquiava em frente ao espelho daquele motel de beira de estrada, mas detestava seu jeito de gritar quando ficava nervosa. Você amava o jeito que ela olhava em seu olhos, com todo aquele batom vermelho e os seus pequenos olhos verdes, e detestava quando esses mesmos olhos verdes choravam à toa.

Ele adorava o jeito que eu me vestia para sair a noite e como o céu brilhava em cima de nós dois enquanto nos beijávamos como se fosse a primeira vez, mas ele também detestava quando eu ia embora, como sempre, debaixo de qualquer tempestade forte que caia lá fora.

Me desculpe querido, mas eu não sou tão frágil. É como se eu saísse, e voltasse para você do mesmo jeito que sempre acontece. E se fosse em outra vida, outro mundo, outro lugar, nos encontraríamos, eu te abandonaria mais uma vez enquanto você  fuma o mesmo cigarro vagabundo. É como se fosse tudo escrito, tudo criado para você de novo.

#aleatoriedades: O teatrinho acabou de vez

Quantas vezes eu me peguei pensando sobre o que eu estava fazendo ali. Eu não conseguia contar porque nunca sabia de onde tinha parado. Eu me perguntava todos os dias quando aquelas malditas lágrimas iriam embora. Até os meus pensamentos eram trancafiados dentro de mim por medo de abri-los e ser julgada até onde não podia mais.

Então eu entendi que ninguém nos aprisiona, nós fazemos isso. Depois que o teatrinho acabou e cada um foi dormir em sua cama, a ficha cai e você entende que nunca deveria ter colocado os seus pézinhos ali. Engraçado é que leva tempo, leva muito tempo. Mas calma garota, um dia você percebe. E o melhor acontece. E você se torna sua de verdade.

Sua em seus pensamentos, sua em suas safadezas, sua em cada partezinha que seu corpo pode alcançar. Mas ao mesmo tempo você pode ser de um, de outro, de todos. Entende agora? Você se pertence, não é monopólio de ninguém 😉

 

#Aleatoriedades: Eu não pertenço a lugar algum

Eu estava lá de pé, por horas, olhando a água vir e voltar de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Alguns anos depois você entende que nada vai fazer você ficar. Quando você percebe que não pertence a lugar algum, fica difícil tentar achar algum vínculo. Ou desculpa.

Cabeça debaixo da água, um dois três, é fácil estar assim. É fácil ver o mar de perto e imaginar todos os dias ali. É muito fácil quando você percebe que se encontrou em algum lugar. É difícil fazer tudo certo quando você sempre escolhe os motivos errados.

Eu quero ir, quero conhecer, quero experimentar, quero ser. Eu não pertenço a lugar algum. Eu não quero pertencer.