#Aleatoriedades: Me deixe falar sobre a série Lúcifer

Eu sei que já falei sobre essa série, mas me peguei pensando nela hoje enquanto encostava a cabeça no vidro do ônibus durante a viagem que faço para o trabalho. Não é uma história conto de fadas, e nem daquelas que você pode por seus filhos para assistir, mas está repleta daquelas morais que vemos em filmes da Disney.

O anjo caído. Eu não me lembro bem das aulas de catequese onde a professora falava sobre essa história, até porque não falavam muito sobre isso. O egoísmo, o orgulho o fez cair para o submundo, tendo que governar o inferno e torturar os que chegavam por lá. Isso é tudo o que me ensinaram. O que não ensinaram é que esses adjetivos, mais tarde, também seriam encontrados nos humanos.

Entre idas e vindas, na série existem alguns fatos diferentes. Lúcifer tirou férias do seu trono no inferno para conhecer Los Angeles, conheceu a detetive Decker e pá…se apaixonou – mesmo que ele ainda não deu o braço a torcer e não disse nada á ela sobre estar nesta condição. Então, vemos um dos personagens mais terríveis da crianção deixando o orgulho, o egoísmo e o ódio totalmente de lado para cuidar de uma humana por quem se apaixonou. Seria um plot twist, não?

Eu nunca fui religiosa, ou mesmo acreditei nas histórias da bíblia e tudo envolta disso. Mas toda essa série e o jogo dos personagens, por mais ficcional que seja, me fez acreditar em algumas “morais”. Na verdade, tudo na vida podemos tirar como um ensinamento, até uma série a princípio boba e sem pretensão de nada.

E sabe por que eu gosto tanto desta série? Ela mostra que mesmo os nossos piores lados podem ser amados e podem amar também.

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#Aleatoriedades: To him

I have loved him for almost ninety days. It arrived too quiet, but it made a huge noise in my head. Stable, trustworthy, no roller coaster of emotions, just made me so calm. I should have holded him with all my might, but in the end, I’ve decided to let him leave with no doubts.

He was a mix of storm and a warm sun, made me be a slave to all my desires so that I could make them real, it made me feel like I could win the world just with a smile. And I, I gave him everything. I gave him everything I couldn’t have been with anyone else. I felt totally safe and comfortable, a place I had never been introduced to.

I have loved him for almost ninety days and I understand that you don’t need much time when you already have everything you need right in front your eyes. Love is something that can’t take long to recognize, in fact, it’s not something difficult to recognize, it doesn’t have to be something dramatic until you go crazy. It’s something quiet, that makes you to be exactly where you’d like to. And now I know that I was where I wanted to be all this time.

He’s a total mix of storm with a warm sun, something that will lead you to a mind confusion with just a kiss, an incredible guy that I should hold for all my life but right now i need to see him go. Like those that you look at from afar and already imagines yourself hand in hand, the one that I saw myself totally grabbed with. The only one I admired from the beginning, that understand me and admires me in a perfect way too. The guy who’s going away and who’s going to make a huge miss on my normal days

#ArquivoUFO: Um Universo inteiro aos seus pés

Pessoas lindas, abri espaço no meu blog para que pessoas descrevam seus casos ufológicos, encontros, avistamentos. Sem julgamentos, um espaço para que possam dizer se já tiveram alguma experiência ufológica. Simplesmente isso. Toda semana trarei algo diferente e inusitado, algo que pode mexer com alguns, fazer outros acreditarem ou só lerem a cunho de curiosidade. Sintam-se a vontade!

Hoje trago, na íntegra, a experiência da Aline, 28 anos, moradora de Curitiba.

“Sempre fui muito curiosa sobre o tema ufologia. Este ano me aprofundei mais sobre o assunto até que uma noite eu tive um sonho incrível que pareceu ser real. 
No sonho, um ser se aproxima de mim em meu quarto, não consegui ver exatamente como era o ser, mas era parecido como humano e ele apontava muito para debaixo da minha cama. Quando eu fui ver, o espaço inteiro estava ali , debaixo da minha cama! Estrelas, planetas, uma imensidão linda e brilhante. Achei aquilo muito incrível e tive a sensação de não estar no meu quarto e sim no universo! Essa foi minha experiência.”

Se você também tiver um relato, envie para o e-mail: kamy.morais@gmail.com!

#Aleatoriedades: Não lembra, lembra!

Acorda. Tenta levantar da cama e falha. Mais uma vez. Senta na beirinha. Respira fundo. Um pouco de café amargo para por tudo no lugar. Não adiantou. Olha no espelho. Tudo sem graça. Volta para a cama. Tenta não lembrar. Lembra. Não quero. Procura por uma mensagem no celular. Não tem. Joga de lado. Tenta se distrair. Música alta não tira a dor. Mas vamos lá. Só mais um dia, mulher. Revira os olhos. Nada de novo, voltamos para a estaca zero. Sem borboletas no estomago. Sem frio na barriga. Sem alegria matutina. Sem nada. Não pensa. Não digita. Quantos nãos eu já falei hoje. Chega. Come porcaria que alivia. Um, dois, três brigadeiros de uma vez.  É mentira, não alivia. Vai para uma festa, então. Bebe igual gente grande. I gotta stay high all the time. Ver tudo girar pelo menos faz esquecer. To keep you off my mind. A dor passou afinal. Vai demorar, mas vai esquecer.
Ninguém é de ferro.
E Ninguém é para sempre.

#Entrevista: Operação Prato nos jornais

Durante a produção do meu livro pude conhecer pessoas que eu já acompanhava há tempos. Além dos ufólogos, eu queria entrevistar algum jornalista que esteve diante de um caso ufológico de fato. E não é que eu consegui.

Carlos Mendes esteve de frente com as testemunhas do caso Operação Prato, ocorrido no Pará em 1977. Conheci Mendes em Campinas, em um dos Congressos da Revista UFO. Infelizmente por conta do tempo, não pude entrevistá-lo pessoalmente, mas a palestra ministrada por ele, contando cada detalhe de suas pesquisas e investigação, rendeu quase um capítulo inteiro do meu livro.  Obrigada Carlos, por dividir tanto conhecimento comigo. Segue a entrevista na íntegra!

Qual foi o seu primeiro contato com os acontecimentos da Operação Prato?
CM- Comecei a investigar o ataque dessa luzes misteriosas nos primeiros dias de maio de 1977, quatro meses antes que os militares da Operação Prato, ligados à Aeronáutica, fossem para a região. O que levou esses militares e agir foram as inúmeras notícias e reportagens publicadas pela imprensa do Pará sobre o aparecimento dessas luzes. Devo dizer que no auge das aparições e nos locais onde me encontrava não vi nada.Fui para ver, tirar a prova dos nove, mas não vi. Isto não quer dizer que o fenômeno não existia por eu não ter visto ou mantido contato com as luzes. Jornalista trabalha com fatos e os fatos aconteciam, independentemente da minha vontade.

Você disse em uma matéria na Revista UFO que não teve nenhum contato com as luzes.como você encarava o testemunho das pessoas que viam? Acreditou logo no início ou relutou?
CM – No auge das aparições, meu espírito de São Tomé me fazia desconfiar dos depoimentos das pessoas atendidas nas unidades saúde, onde os ataques eram a mim relatados, ou mesmo nas residências das supostas vítimas. Mas, aos poucos, percebi que havia um nexo causal naqueles relatos. Com algumas pequenas variações – num caso, aterrador, em uma fazenda do Rio Maguari, na Olaria Keuffer, um ser humanoide foi visto e teria perseguido um barqueiro. Os depoimentos tinham consistência e não pareciam coisa inventada. Ou movida por “histeria coletiva”, como resumiu em seu relatório o psiquiatra militar Pedro Ernesto Póvoa, outros psiquiatras de Belém e parapsicólogos, além de padres e evangélicos. Para os religiosos, era manifestação do diabo. Para outros crentes, não religiosos, sinais do fim do mundo.

Qual era a ação dos militares para com os jornalistas que estavam cobrindo a Operação na época? Tinha uma repressão maior por acontecer algo desconhecido até para eles? Você sofreu ameaças?
CM- Sempre houve grande interesse dos militares da Aeronáutica, e do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI), órgão de inteligência do regime dos generais, na tentativa de controlar a imprensa, então sob censura, depois que os fatos ganharam as ruas e as manchetes dos jornais. Os militares com quem conversava em Colares diziam que a imprensa agia com sensacionalismo e que as notícias publicadas causavam medo na população, abalando a segurança das pessoas. Fui ameaçado várias vezes pelo capitão Holanda, numa delas ele me encontrou na cidade de Colares e disse que eu deveria ir embora do local, porque alí estavam sendo investigadas “coisas sérias”. E sempre fazia questão de declarar que a imprensa deveria ficar longe de Colares. Claro que isto aguçou minha curiosidade eu fiquei, fiz meu trabalho e perturbei muito os militares. Jornalismo é isto: contrariar interesses de poderosos e informar o público.

Como eram seus métodos de checagem de informação na época e montagem de matérias? As testemunhas colaboravam ou tinha um certo receio em falar sobre o ocorrido?
CM – Era um método simples: ouvir as pessoas, gravar, anotar depoimentos, fazer várias vezes a mesma pergunta para ver se as pessoas se contradiziam, uma técnica jornalística que se aproxima muito do sentido de uma investigação policial. Nunca tive problemas com as testemunhas dos fenômenos. Elas sempre foram abertas e solícitas. Uma coisa que nunca esqueci: o pânico estampado na face das pessoas que diziam ter sido atacadas por luzes que desciam dos céus e extraiam sangue delas, deixando-as depois com sintomas como fraqueza, dores de cabeça e tontura. Vi e testemunhei isso, procurando manter o distanciamento crítico do repórter escalado para a cobertura pelo jornal “O Estado do Pará”.

Você deixou de colocar algum testemunho em suas matérias por falta de credibilidade da fonte?
CM – Em alguns casos, sim, mas foram bem poucos. Senti não a falta de credibilidade, mas a inconsistência e certa confusão no relato. Descartei por não perceber firmeza nas respostas. Não sei se era nervosismo ou medo.Pessoas simples, do interior, também sentem que podem se expôr ao ridículo, chamadas de loucas, como ocorre em manifestações de coisas para as quais ainda não temos explicações.

Você teve alguma matéria censurada sobre a Operação? Tanto pelos editores dos jornais em que trabalhou ou militares?
CM – Não, inclusive as matérias inéditas que nunca foram publicadas, porque seriam reunidas num caderno especial depois das aparições e fotografia pelo meu jornal de uma nave-mãe na Baía do Sol. Essas matérias estão no meu livro que deve ser publicado – assim espero – até o final deste ano de 2017.

Como jornalista, o que você acha que aconteceu em Colares e região? Na sua opinião, realmente eram inteligências extraterrenas que provocaram os ferimentos nas pessoas?
CM – Não sei definir. Acho que os militares da operação também não saberiam dizer, até porque eles foram testemunhas dos contatos, como revelou naquela histórica entrevista ao Ademar Gevaerd, da revista UFO, o capitão Uirangê Holanda. Para mim, o estado emocional e físico de algumas das cerca de 80 pessoas que entrevistei em diversos municípios da região nordeste do Pará chocou-se contra meu ceticismo. Eu pensava: “será que estão mentindo, inventando essas coisas?”. O detalhe é que pessoas de diferentes municípios, distantes mais de 200 quilômetros umas das outras, de comunidades ribeirinhas cercadas por rios e florestas, que sequer se conheciam pessoalmente, contavam exatamente as mesmas estórias sobre as aparições e ataques das tais luzes. É um mistério para o qual até hoje busco respostas.

Qual foi o fato que mais te deixou curioso sobre o caso e ainda te deixa até hoje?
CM – Vários fatos, além da descrição detalhada das formas dos objetos e cores das luzes que surgiam dos céus, focavam nas pessoas e desferiam raios sobre elas. Claro que nem todos os relatos abordam essa forma de ataque. Vários apenas se referem a luzes paradas, acima das casas, mas bem perto, e logo em seguida a disparada rumo ao espaço, sumindo na escuridão. Fiquei surpreso ao ter visto os militares levarem equipamentos de gravação, câmeras e filmes super-8, o sistema usado na década de 70, além de máquinas fotográficas, binóculos, teodolito, até helicóptero. Montaram um sistema forte de investigação. Armaram barracas de lona numa praia de Colares, organizavam as pessoas que diziam ter visto as luzes ou por elas ter sido atacadas, para que prestassem depoimentos. Apenas uma vez, porém, levaram um médico psiquiatra, um oficial chamado Pedro Ernesto Póvoa. Ele ficou um dia numa localidade conhecida por Santo Antônio de Ubintuba, onde testemunhei fatos extraordinários, inexplicáveis, relatos consistentes de aparições e ataques das luzes insólitas. A FAB se envolveu no caso por ordens superiores, do então Ministério da Aeronáutica, em Brasília. A ordem era, inicialmente, investigar ações de comunistas, temendo que a Guerrilha do Araguaia, aniquilada pelo regime militar nas matas do sul do Pará em 1975, dois anos depois tivesse retornado, desta vez no nordeste paraense, em regiões mais próximas da capital, Belém, para “fazer a cabeça” das pessoas do interior. Uma grande bobagem dos militares, que depois abandonaram a esdrúxula e hilária tese, até porque os próprios militares da Operação Prato escreveram em relatórios terem visto as luzes em evoluções nos céus que desafiavam as leis da física. Por terem dito e escrito que também viram o que as pessoas comuns tinham visto, esse foi o motivo em que a Operação Prato foi encerrada abruptamente pelo alto comando da Aeronáutica. O então comandante do 1º Comar, em Belém, o brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira – e digo isso no livro que brevemente lançarei com fatos inéditos sobre as investigações que fiz entre 1977 e 1978 – chegou a afirmar para mim, no gabinete dele, que o pessoal da Operação Prato tinha “endoidecido”, principalmente o capitão Uirangê Holanda, que dizia ter visto uma imensa nave extraterrestre pairando sobre o barco dos militares, certa noite, no rio Guajará-Mirim, em Colares. Sobre o Holanda, com quem tive algumas discussões, até mesmo refutando a ordem dele para que saísse de Colares durante a investigação militar, não acredito que ele tenha sido assassinado por saber muitos segredos da Operação Prato, como sugerem alguns teóricos de conspirações. Ele sofria de depressão, havia tentando por duas vezes o suicídio, até que na terceira conseguiu consumá-lo.

Vi algo muito estranho, se não me engano em setembro de 1979, quando as aparições já eram escassas. Eu estava acompanhado pelo parapsicólogo, espírita e general do Exército, Moacir Uchoa, na Baía do Sol, juntamente com uma equipe do Globo Repórter que depois me entrevistara, quando numa vigília observamos uma luz muito brilhante, em alta velocidade, mergulhar nas águas da Baía do Marajó e dela sair, passados alguns segundos, em uma velocidade ainda maior, sumindo no firmamento. Claro que aqui não era meteoro, balão meteorológico, ou o planeta Venus. Meteoro cai e não volta. A equipe toda ficou impressionada. E eu, um cético de carteirinha, mais ainda. O detalhe realísticamente sórdido: a câmera do cinegrafista do Globo Repórter tinha sido desligada minutos antes, porque ficamos até quase 5 da manhã naquela vigília sem nada ver. O general Uchoa chegou a dizer: “essas coisas acontecem. Não filmamos por um infeliz coincidência”. Mas aquilo não saiu da minha cabeça até hoje.

#aleatoriedades: Todos os espaços

“Não coloque sentimentos nos outros que você não possa suprir”. Ouvi essa frase enquanto assistia um vídeo. Aquilo me faz pensar durante alguns dias. Eu finalmente calei os meus sentimentos, decidi deixá-los sufocados como nunca fiz afim de preservar o resto de amor próprio que ainda me sobrava. Mas eu não queria.

As vezes não enxergamos coisas que estão na nossa frente, ou ao que parece, preferimos apenas não ver. Dói menos, machuca menos e é melhor deixar de lado. Eu fui contra tudo o que eu acreditava, tudo que eu queria, mas isso não parece estar preenchendo esses espaços todos. Tentar esquecer não faz com que eu sinta menos falta.

E eu me pergunto até quando vamos fazer algo totalmente ao contrário do que sentimos. Até quando vamos parar de viver coisas que nos fazem bem.  Até quando tentar disfarçar, calar ou esquecer coisas que se sente?

#aleatoriedades: se eu te conheço bem…

Eu te vi chorando quieta em um canto do quarto. Eu te vi, depois de muito tempo sem acreditar em nada, rezando para que algum milagre realmente aconteça. Esquece, garota, ele pode não ser como os outros, mas ele vai te deixar também. Ele não mentiu, ele não deu desculpas, ele não se livrou de você de primeira. Mas não tem como, esqueça.

Você precisa ser mais forte. Menos aquela menina romântica, mais aquela que se finge de durona. Certas coisas não valem a pena, você simplesmente não consegue trazer para perto. Eu sei que você tá sofrendo calada, o que está sendo ainda pior. Essa máscara vai cair e você com certeza vai desmoronar em algum momento. Mas você já aguentou coisas bem ruins, e se eu te conheço bem, vai sobreviver como sempre fez. Garota, não chore, como diz aquele gato que você tanto adora “ninguém conseguiu nada com lágrimas”.

Vamos, tome este conselho. Cale seus sentimentos, não deixe que eles gritem por você. Por hora, evitará todo este sofrimento.

#Aleatoriedades: Desafio aceito com sucesso!

Eu sentei na beira da cama e chorei pela primeira vez depois de muito tempo sorrindo. Eu fui tão extrema como jamais teria sido antes. Decidi, depois de perceber meus olhos vermelhos no espelho, que era preciso endurecer. Promessas nunca foram suficientes, muito menos declarações. Então aquele coração precisava mudar, não teria jeito.

Não seja você, meu subconsciente gritou tão alto que podia-se ouvir a metros de distância. Era tão incrível, eu queria acreditar que seria tão incrível que cai de cara no chão. O resultado foi a ressaca moral no dia seguinte. Você tem que jogar, eu tenho que aceitar, e assim cada vez mais algo morre por dentro. Não seja você, eu entendi. Não seja você, não lhe fará bem. O que me faz bem? Me perguntei enquanto limpava as lagrimas.

Você escolhe os lados, eu escolho as armas. Aprendi a lição. Prometo ser a melhor jogadora na próxima rodada.

#YT: Quem não gosta de roupa barata, né não?

Eu como moradora de Valinhos, cidade próxima a Campinas, adoro comprar roupas na cidade vizinha. As lojas são incríveis e neste vídeo eu te apresento as minhas favoritas, e claro, com o preço bem pequeno!

Se tiver alguma dúvida, só deixar sua pergunta nos comentários!

Lojas que mencionei no vídeo:
• Youcom
Shopping Dom Pedro
• Eskala Campinas
Rua 13 de Maio, Centro, Campinas –SP
• Donna Violeta Multimarcas
Rua 13 de Maio, Centro, Campinas –SP
• Renner
Centro de Campinas – Piso 4