#YT: Saiu o primeiro vídeo do canal!

É uma mistura entra o estar morrendo de vergonha com empolgação total!
Os primeiros vídeos que vou subir serão mais um bate-papo para que vocês me conheçam melhor, meus gostos e o que eu gosto de fazer. Mais pra frente quero trazer vlogs, eventos, coisas que realmente acredito, gosto e principalmente algo que agregue na vida das pessoas!

Muito obrigada a todos que se inscreverem, deram seus likes e assistirem. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários ou no próprio vídeo mesmo! ❤

Todos os vídeos serão postados de Terça e Quinta, às 19h30 😉

#Netflix: O pior tipo de suspense

Eu assisti  o pior filme de 2018 até agora? SIM
Me desculpe Netflix, mas “Vende-se esta casa” é sim o pior filme de suspense de 2018, até agora.

O que mais me irrita em filme de suspense são personagens que não entendem que estão vivenciando fatos estranhos dentro da sua própria casa. E é assim que o filme em questão constrói sua história. Depois da morte de seu pai, Logan e sua mãe se mudam para a casa nas montanhas de sua tia, que está à venda e disponível para visitação de qualquer pessoa. Logo o garoto começa a notar coisas mudando de lugar, um clima estranho, vizinhos estranhos. Ele tenta alertar sua mãe, que por sua vez, acha que o garoto só quer chamar atenção, não acreditando.

O fato é que o filme é uma junção de tudo o que personagens em filmes de terror não devem fazer, como ir até o porão sozinho, sair da cama a noite pra ficar “xeretando” a casa inteira, largar o celular dando sopa por aí. Vou ser muito sincera, se eu resolvesse escrever um filme de suspense, faria que os personagens fossem menos burros e lidassem mais com a realidade de estar em uma zona de perigo e sair logo dali. Quando se trata se suspense ou terror, você consegue criar atmosferas diferentes, sem cair no clichê, lógico, se você for muito bom e saber o que está fazendo.

Um dos filmes que eu achei incrivelmente maravilhoso – mas que foi indicado ao prêmio Framboesa de pior filme – foi o Mother!, do diretor Darren Aronofsky. Quer filme mais bem construído para te fazer pensar e ter sensações terríveis de suspense até você perder o fôlego? Fora que tem toda uma história e moral por trás de cada detalhe. Simplesmente uma obra prima que poucos souberam entender e apreciar.

Essa imagem de que o personagem de filme de terror/suspense precisa ser imbecil a ponto de enfrentar todo tipo de perigo já caiu naquele clichê bem bobo, já não cola mais. E “Vende-se esta casa” entra para a enorme lista desses tais clichês!

#Cinema: Falando de zumbis

Hey Galera, preciso dividir isso com vocês.
Sou apaixonada por filmes e séries de zumbis e para a minha alegria, nesse mês tivemos o lançamento do longa coreano “Invasão Zumbi” (Train to Busan, 2016).

Dirigido por  Yeon San-ho e com vários atores coreanos que eu jamais vou conseguir pronunciar os nomes, o filme é um daqueles que te faz ficar apreensivo, ter calafrios na espinha e um certo nojinho.

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Basicamente o filme conta a história de um pai que está levando sua filha até a cidade de Busan para ver a mãe em seu aniversário. No meio do trajeto, os passageiros começam a receber informações sobre uma suposta epidemia que está se alastrando pelo país e matando muitas pessoas. Mas a surpresa  é que o trem já abriga infectados e a luta agora é pela sobrevivência até a cidade mais segura.

O que mais me chamou atenção no filme foram os zumbis! Os infectados transitam de Guerra Mundial Z a Samara do assustador O Chamado. Sim, os efeitos da mutação me lembraram muito os movimentos tanto da Samara quanto da Kayako do filme O Grito. O filme foi muito bem dirigido, a fotografia é incrível e o roteiro também. Simplesmente adorei.

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É muito assustador o jeito em que as pessoas se transformam em zumbis, bem rápido, o que torna a epidemia ainda mais mortal. Cinco estrelinhas pra ele ❤ ❤

 

#FashionTip: Vivara, estamos amando a sua nova coleção

A Vivara já me destruiu com a coleção maravilhosa da Alice Através do Espelho, agora chega com outra coleção fofura da franquia mais querida do cinema…Star Wars. Fala sério  ❤

Rogue Onde: Uma História Star Wars” chega esse mês nos cinemas brasileiros e para arrancar suspiros dos fãs, a marca criou uma linha inspirada nos filmes, com onze opções de berloques de personagens como Darth Vader, Lord Sith e Chewbacca.

Gente, um berloque do Chewie ❤ ❤
Os preços variam de R$130 a R$190 e são adoráveis. Corre pra Vivara e compre o seu  😉  😉

Vivara lança coleção de pingentes inspirada em Star Wars

#Cinema: O tubarão de Blake Lively

Convenhamos que depois de Tubarão (1975) do rei Steven Spielberg não houve mais nenhum filme do gênero que chegasse a tanto. Várias tentativas mal sucedidas aconteceram, até uma continuação de Tubarão, com mais 2 filmes não caiu nas graças do público.

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Assisti vários outros filmes e o que eu mais gostei (pasmem) foi o Do Fundo do Mar (1999), onde um dos personagens (pasmem de novo) é o íconico Samuel – Motherfucker -L.Jackson. E olha que esse filme é cheio de efeitos horrível e mal feitos. Okay, sou suspeita por que assisto produções do Syfy HAHAHA

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O fato é que esse ano saiu mais um filme do gênero “meros mortais tentando matar o rei dos oceanos” e dessa vez apelaram para a maravilhosa Blake Lively, a mocinha de Gossip Girl. O título é Águas Rasas, que conta a história de Nancy, uma futura médica que adora o mar por causa de sua mãe e quis conhecer a ilha que ela tanto gostava, no México.

Sharrrrrrrrrrrrrrrrrrrrk!

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Veredicto: A minha vontade era de roer não só as unhas, mas o dedo todo. A tensão que o filme causa é de arrepiar, fora as cenas dentro da água que causa aquela fobia básica. A personagem se arrebenta inteira, é mordida por um tubarão gigantesco e ainda tem que lutar contra o predador mais feroz dos oceanos. Mas aí você para e pensa, vê aqueles efeitos ruins, aquele tubarão computadorizado e uma história bem clichê. Ou seja, se você quer um filme pra te traumatizar em nunca mais entrar no mar, ótimo. Mas se você aprecia uma boa história e técnica, continue assistindo Tubarão!

ou Sharknado HAHAHA

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#Cinema: O fiasco de “Lights out”

Pelamor de Deus, quem deixou esse filme ir para o cinema?
Warner, vocês poderiam ter feito melhor!
James Wan, para migo…só para!

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Então, fui lá eu e meu namorado assistir o filme. Pra quem não sabe, Lights Out era um curta-metragem que inspirou o filme, ganhou o prêmio de melhor diretor do Festival Who’s There?, que convenhamos, assusta muito mais que qualquer filminho feito com uma puta produtora famosa.

Aí os bonitos foram lá e transformaram esse curta em longa-metragem. De quem foi essa ideia, gente? Pra começo de conversa, criam uma história onde uma família (mãe, filha e o irmão pequeno) possuem vários problemas e entre eles, a mãe sofre de transtornos psicológicos. E aí entra a Diana, a moça que assusta todo mundo. Okay, a história não foi de todo ruim, mas poderia ser muito melhor.

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O problema é que hoje parece que há uma preguiça em se criar em uma boa história de terror. Ao todo, foram mais ou menos 23 cenas de “jump scare” ( créditos ao namorado que contou tudo!), aquelas que dão sustinho. Um filme de terror sem susto não rola, mas um filme CHEIO disso dá um tédio. Até porque você já sabe o que vai acontecer né!

Veredicto: Péssimo! Melhor ter ido ver o filme do Pelé HAHAHAHA
Fiquem com o curta que é bem melhor 😉

Próximos filmes: Águas rasas, O Homem nas Trevas  e O Sono da Morte

 

 

 

#Cinema: Alice Através do Espelho mergulha de vez nas peculiaridades

A estreia de Alice Através de Espelho mostrou a sequência de uma das histórias mais bonitas e malucas da Disney e com ela, a magia que o cinema pode criar. O filme é muito mais que apenas uma história de Lewis Caroll, é uma lição, é uma moral e principalmente é uma luta.

O primeiro filme acaba com a protagonista indo para a aventura de conhecer o mundo e o novo filme traz Alice adulta, uma mulher que adquiriu conhecimento, histórias e experiências. Esse é simplesmente o ponto alto e mais feliz do filme. O feminismo está muito presente em toda história, dá a Alice a força de uma mulher que não se cala e não se deixa levar por costumes dá época, que impõe como uma mulher deve se portar diante de uma sociedade extremamente machista e patriarcal. “Alice não é mais a garota insegura e perdida do primeiro filme. Ela é um exemplo de resistência na era vitoriana, onde a mulher não se atrevia a ter vontade própria”, contou a atriz Mia Wasikowska, que vive a heroína. O figurino da personagem reflete bem sua rebeldia, usa cores fortes, de outras culturas e calças, enquanto as mulheres da sociedade viviam de vestidos e renda.

O segundo ponto alto do filme, que também é visto em Alice no País das Maravilhas, é que você pode acreditar em tudo, até mesmo em coisas impossíveis. Você comanda seu caminho, realiza os seus sonhos e vontades. É muito importante bater nessa tecla, principalmente para um filme que na teoria é voltado para crianças. O filme nos ensina que devemos acreditar em nós mesmos e lutar por aquilo que mais buscamos.

A amizade entre os personagens também é algo que faz qualquer marmanjo segurar as lágrimas. Visto que o querido Chapeleiro estava a ponto de morrer de tristeza pela sua família perdida, Alice enfrenta o Senhor do Tempo, um vilão cômico que só se atrapalha e também a temida Rainha de Copas, que a atormentou muito em sua última aventura.

Infelizmente, talvez Alice nunca mais volte para o seu País das Maravilhas, muito menos para seu espelho mágico, mas o que ela nos deixa é muito mais que uma simples história, são lições importantíssimas que vem a calhar nos dias de hoje.