#Aleatoriedades: To him

I have loved him for almost ninety days. It arrived too quiet, but it made a huge noise in my head. Stable, trustworthy, no roller coaster of emotions, just made me so calm. I should have holded him with all my might, but in the end, I’ve decided to let him leave with no doubts.

He was a mix of storm and a warm sun, made me be a slave to all my desires so that I could make them real, it made me feel like I could win the world just with a smile. And I, I gave him everything. I gave him everything I couldn’t have been with anyone else. I felt totally safe and comfortable, a place I had never been introduced to.

I have loved him for almost ninety days and I understand that you don’t need much time when you already have everything you need right in front your eyes. Love is something that can’t take long to recognize, in fact, it’s not something difficult to recognize, it doesn’t have to be something dramatic until you go crazy. It’s something quiet, that makes you to be exactly where you’d like to. And now I know that I was where I wanted to be all this time.

He’s a total mix of storm with a warm sun, something that will lead you to a mind confusion with just a kiss, an incredible guy that I should hold for all my life but right now i need to see him go. Like those that you look at from afar and already imagines yourself hand in hand, the one that I saw myself totally grabbed with. The only one I admired from the beginning, that understand me and admires me in a perfect way too. The guy who’s going away and who’s going to make a huge miss on my normal days

#Aleatoriedades: Quando você não se encaixa mais

Os dias estão passando rápido e eu tô sem tempo. É engraçado como nossa geração quer sempre se sentir produtivo, de um jeito ou de outro. E sabe quando você não se encaixa em mais nada ao seu redor?

Eu decidi que eu preciso focar em algo, e claro que esse “algo” não será nada fácil, mas primeiro de tudo você precisa de um objetivo, um sonho, um alvo. Eu sempre pensei em todas as pessoas e todas consequências antes de fazer tudo na minha vida. Infelizmente uma hora a gente cresce e se não for para fazer por nós mesmo, ninguém levantará um dedo para ajudar. Então eu decidi, há um bom tempo eu decidi que não quero mais me ver amarrada na minha terra natal, quero é explorar toda essa terra aí fora.

Então meu conselho é simplesmente olhar para dentro. Qual é o seu sonho? O que você quer ter na sua vida? Entenda que viver o agora é algo tão especial e incrível, e a única pessoa que pode te motivar e alcançar o supra sumo da sua vida é você mesmo. Acredite em tudo o que está dentro de você.

#YT: Tudo sobre meu primeiro livro

Olá pessu, tudo bom?
Vídeo saindo e sobre o que é? Claro, sobre o meu primeiro livro publicado!
Contei sobre como foi o desenvolvimento da meu produto de TCC, sobre os capítulos, os congressos de ufologia. Enfim, tudo o que precisei fazer para escrever o livro!

Espero que gostem
Não se esqueçam de curtir, se tiver alguma dúvida pode deixar nos comentário e se inscrevam! ❤

#Aleatoriedades: Sobre meus arrependimentos, ou não…

Uma vez eu fiz um desafio de Facebook onde selecionei sete conselhos que eu daria para a Kamila de 15 anos. Vou trazê-los para o meu blog, quem sabe que eu não posso ajudar alguém que está com problemas, não é?

Então vamos lá:

1. Esquece, todos os seus amigos de hoje não vão dar a mínima importância para a sua existência daqui a alguns anos. Não se desgaste em tentar ser o que você não quer, ou correr atrás de alguém que não merece sua amizade. Com o tempo você vai ter tantas pessoas boas ao seu lado, tantas pessoas que serão seus amigos por amor, e não só por conveniência.

2. Seus pais são o seu maior bem. Não brigue, não discuta, apenas tente conversar. Eu sei que eles são de outra época, mas eles tentam te dar tudo o que você merece, o melhor deles. Vai ser pior com o tempo, vão ficar ainda mais no seu pé, mas vai melhorar.

3. Viva os seus próprios momentos! Não se importe se você é da tribo punk, das bruxas, dos emos e todo mundo debocha de você. Acredito hoje que eles só queriam ser como você, pois afinal, eles começaram a gostar das mesmas bandas que você depois de um tempo.

4. Você não vai casar com o carinha que você gosta, pode desistir. Vai doer, vai ser difícil, vai ser chato para caramba e vai demorar para passar. Mas você vai entender com o tempo que você é sua melhor companhia, vai dançar horrores em baladas, não vai se prender a ninguém, vai aproveitar sua vida e só depois vai pensar em namoros.

5.  Menina, cante bem alto todas as músicas que você mais ama! Não pense em julgamentos, não ligue para os outros e sempre, sempre seja você mesma. Não tente agradar ninguém, jamais!

6. Curta muito o período escolar. Sei que parece bem bobo, mas você vai sentir falta dos momentos mais preciosos com seus amigos e consigo mesma. Aproveite cada almoço com os amigos, cada passeio no shopping, cada filme e cada festinha de aniversário. Passa tão rápido que num momento você pisca e já está fazendo 18 anos, e o tempo passa tão rápido depois dessa idade.

7. Aprenda a se valorizar, a gostar de cada partezinha de você. As vezes todo mundo parece muito cruel, muito banal e você pode pensar em desistir. Mas respira fundo, abrace aquela pessoa que você mais ama, e curta os momentos de felicidade com todo mundo. Você não imagina a falta que isso fará para você, então aproveita!

Só agora eu entendo as delícias e experiências maravilhosas que temos quando somos jovens. Cresci nos anos 90/2000 e por mais que passar por tudo tivesse sido menos agressivo que hoje, na nossa cabecinha de adolescente é tudo tão grande. Eu espero que tudo isso passe rápido, mas que você aproveite ao máximo tudo o que a vida te proporcionar! ❤

#Aleatoriedades: Aquela lista, sabe…

Ouvi de longe um barulho enquanto tomava um copo de água do lado de fora de casa. Eu não corri para ver a mensagem, eu já sabia que não era você. O dia tava tão lindo que eu não pude deixar de sentir o sol por um minuto tocando minha pele antes de me decepcionar pela centésima vez diante de uma tela digital.

Eu não gosto do jeito que trato as coisas que nem deveriam fazer a mínima diferença pelo pouco tempo de duração. Eu não gosto dessa pessoa que eu vejo quando olho pelo lado de fora, tentando encontrar maneiras de fazer com que você sinta a minha falta.

Porque lá no fundo, mesmo com o meu orgulho ferido, eu ainda quero tomar café na sua varanda, quero andar no seu carro pequeno ouvindo músicas que eu sempre detestei enquanto você zomba das minhas. Eu quero continuar te vendo em cima de mim porque esse angulo te favorece, e você me olha como se seu coração fosse explodir. Eu não quero esquecer e ter que te colocar na minha lista de caras ruins.

Ouvi aquele mesmo barulho de mensagem durante o banho. O barulho interrompeu a minha música favorita, o que me incomodou um pouco. Eu não corri para ver o que era pois mais um vez, eu sei que não era você. E eu vou acabar esquecendo, como aconteceu antes, e você vai ser reduzido a mais um cara ruim de uma lista que toda mulher carrega em sua cabeça. Será somente um cara que eu simplesmente esqueci.

#Aleatoriedades: Nada mais para chamar de seu

Eu andei tantas vezes pela casa que procurando algo para me distrair que nem sei por onde começar . Eu disse que sobreviveria, mas esse buraco que restou dentro de mim me incomoda um pouco. Eu senti sua falta durante alguns dias, mas eu juro que está passando. Há coisas na vida que você precisa deixar ir antes que comece a não notá-las e deixá-las ali, num canto qualquer.

Varri para debaixo do tapete todas as regras que criei na minha cabeça, todo o tempo que eu tinha perdido diante de promessas. Varri para debaixo do tapete todas as dores que já senti para tentar recomeçar. Mas lá vem de novo aquela dorzinha que martela, martela, até que quebra tudo aquilo que costumamos idealizar.

Ele foi como algo que tive pela primeira vez, intacto, convencido, novo, feliz. Algo que me fez lembrar do porque sorrir, do porque chorar. Então afinal, eu tapei o buraco que existia, por um momento. Mas agora, é como se eu tivesse perdido algo que eu não me dei conta do que seja, mas que dói de um jeito intenso e lá no fundo. Mas como eu te disse, eu sobrevivo.

#CreepyStories: O Começo

Quando tinha meus 17/18 anos eu gostava de escrever histórias de terror. Mais especificamente, eu sonhava ou tinha pesadelos que eu sempre me lembrava e aproveitava para descrevê-los. Como a tecnologia de antigamente não era tão avançada, acabei perdendo, infelizmente, todos os meus textos. E como eu amava escrever. Hoje daria com certeza um livro de contos assombrados.

Ainda tenho alguns trechos que costumava postar nos meus antigos blogs, então vou aproveitar para postar algumas coisinhas para vocês. Quero muito voltar a escrever essas histórias, pois essa é aquela tal oportunidade que você não pode desperdiçar. E quando você é bom em algo, precisa aprimorá-lo e deixar que as pessoas vejam!

Um trechinho de “Condenados”:

“Seus pés estavam descalços, suas mãos estavam geladas como sempre. Era princípio de inverno, as árvores balançavam e entre elas uma pequena casa. Toda aquela floresta parecia enorme, Nathali escolheu aquele lugar para se esconder do mundo, mas mesmo lá, diante do nada, o mundo ainda a perseguia.
[…]
A garota tentou de muitas formas sair daquela casa, mas ao mesmo tempo pensava como sairia daquele lugar com tanta neve caindo do lado de fora. Daniel chegou mais perto, perto demais para conseguir se desvincilhar daqueles braços, ele era muito mais forte que ela. Em um breve momento, os dois se enfrentavam pelo chão, Nath conseguiu tirar a faca que estava nas mãos de Daniel, então aconteceu. Seus olhos estalados, boca aberta, sofria calado. Nathali sentiu algo escorrendo pelas suas mãos e não pode acreditar, a faca tinha entrado. Daniel não aguentou, morreu em minutos jorrando sangue para todos os cantos daquela pequena casa na floresta.

O lugar ainda estava infestado de sangue e os policiais procuravam a quem culpar. Eles mal sabiam eles que o culpado já estava longe demais. Mesmo sendo inocente e ter agido em legítima defesa, Nathali havia assassinado alguém.”

#Creepystorie: when angels deserve to Die

Três da manhã, Nina acorda sem sua boneca. Os sinos da igrejinha perto dali
tocam sem parar, e os ponteiros do seu relógio na mesa de canto estão girando como loucos.
A tempestade a assusta, ela cobre seu rosto com seu cobertor de estimação. “Mas onde estaria Molli uma hora dessas? Em baixo da cama, será?”- pensou Nina com os olhos encharcados de lágrimas. A garotinha tinha apenas cinco anos, levantando de sua cama em uma noite fria, com seus pézinhos gelados, ela começou a caminhar. E nada da sua querida boneca favorita aparecer.
Um raio forte, seu coração pulava rapidamente. Uma luzinha brilha pela fresta da porta do seu quarto, enquanto uma voz doce sussurrava por Nina.
Nina abre sua enorme porta branca, uma luz rosa chá enche seus olhinhos azuis. No fundo do corredor está sua Molli andando sozinha como se tivesse ganhado vida.
A garota coçou seus olhos, ainda marejados de lágrimas e sono, mas ela ainda estava lá, paradinha, com um sorriso e a chamando para mais perto. Nina foi chegando perto, até que ficou frente à frente com sua amiga.
A garotinha reparou em uma enorme sombra atrás de sua Molli, uma sombra escura, parecendo um anjo daqueles que ela observava nos desenhos pintados na igreja. Mas seus asas, pobre anjo, estavam quebradas. Um grito ecoou pela vizinhança!

“O que foi Nina, você não quer brincar agora?

#Aleatoriedades: minha montanha-russa emocional

Sua voz continua martelando em minha cabeça de novo, juntamente com aquele cheiro de cigarro vagabundo que você costumava fumar.
Algo me dizia que não ia durar ou você iria embora, ou eu sairia sem me despedir.
E quando você pensa que passou anos e mais milhares de anos, só se passaram duas horas e você se vê ali em uma estrada, Harley empoeirada e as mesmas lagrimas de milhares de anos atrás.

E você adorava quando ela dormia com os pés entrelaçados nos seus, mais detestava seu perfume doce. Você amava o jeito que ela se maquiava em frente ao espelho daquele motel de beira de estrada, mas detestava seu jeito de gritar quando ficava nervosa. Você amava o jeito que ela olhava em seu olhos, com todo aquele batom vermelho e os seus pequenos olhos verdes, e detestava quando esses mesmos olhos verdes choravam à toa.

Ele adorava o jeito que eu me vestia para sair a noite e como o céu brilhava em cima de nós dois enquanto nos beijávamos como se fosse a primeira vez, mas ele também detestava quando eu ia embora, como sempre, debaixo de qualquer tempestade forte que caia lá fora.

Me desculpe querido, mas eu não sou tão frágil. É como se eu saísse, e voltasse para você do mesmo jeito que sempre acontece. E se fosse em outra vida, outro mundo, outro lugar, nos encontraríamos, eu te abandonaria mais uma vez enquanto você  fuma o mesmo cigarro vagabundo. É como se fosse tudo escrito, tudo criado para você de novo.